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quarta-feira, 9 de março de 2011

Bacabeira (Maranhão)


Bacabeira é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população é de 14.611 habitantes (Censo 2007).
É também a cidade onde será implantada uma siderúrgica e uma refinaria de petróleo da Petrobrás, 
prevístas para 2010. 
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Histórico
Desmembrado do município de Rosário, subordinado à Comarca de Rosário.
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Geografia
O município de bacabeira limita-se ao Norte com o município de São Luís; a leste com o município de Rosário (Maranhão); a Oeste, com o município de Cajapió e ao Sul com o município de Santa Rita (Maranhão).
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Futuras melhorias
Refinaria da Petrobrás
Está previsto para o ano de 2010 o início da construção da Refinaria da Petrobrás em Bacabeira, a maior refinaria da América Latina e a segunda maior do mundo. 
Depois de muitos impasses em qual município receberia essa Refinaria: São Luís ou Bacabeira, finalmente Bacabeira foi a escolhida. 
Esse grande empreendimento gerará muitos empregos para o município e municicípios adjacentes.
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Porto
O Porto de Bacabeira terá quatro píeres e será construído na foz do Rio Mearim, na sua margem direita, entre a Ilha de São Luís e a Ilha do Caranguejo, tendo uma profundidade de cerca de 15 metros. 
O Terminal Portuário do Mearim será um Terminal de uso Privado e estará a serviço da Refinaria da Petrobrás, além de ser utilizado para escoar a produção da Usina Siderúrgica.
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Usina Siderúrgica
A Usina Siderúrgica do Mearim prevê a fabricação de 10 milhões de placas de aço e ferro, por ano. A previsão é de que a Usina Siderúrgica comece a operar em 2010.
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Estaleiro Naval
O estaleiro naval de Bacabeira fabricará navios e plataformas para exploração de petróleo na Bacia de Barreirinhas. O Estaleiro Mearim poderá montar navios com DWT de até 185 mil toneladas.
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Fonte de pesquisa:
Imagens:
Google

terça-feira, 8 de março de 2011

Bacabal ( Maranhão )


Bacabal é uma cidade e um município do estado do Maranhão, Brasil. Suas coordenadas geográficas são 4° 13' 30" S 44° 46' 48" O, e está localizado a cerca de 250 km de distância da capital do Estado, São Luís.
 A população do município é de 98.489 habitantes, segundo estimativa do IBGE em 2009, e 1 683 km².
 Foi criado em 1920. 
Bacabal é chamada carinhosamente por seus moradores de Bacaba's City e os títulos mais importantes são os de: Princesa do Mearim e Capital do Médio Mearim.
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História
A penetração do território de Bacabal data de 1876, quando o Coronel Lourenço Vieira da Silva chegou à região, em busca de terras próprias para a agricultura e fundou a fazenda com sede no local onde se acha atualmente a Praça Nossa Senhora da Conceição.
 Sobrevindo a abolição da escravatura, o Coronel Raimundo Alves de Abreu adquiriu a propriedade que passou a ser conhecida como Sítio dos Abreu.
Graças a fertilidade do terreno, topografia privilegiada e recursos naturais, o Sítio prosperou rapidamente.
 A grande afluência de imigrantes, principalmente nordestinos, muito contribuiu também para o desenvolvimento agrícola. Em 1920, o lugarejo recebeu foros de distrito e autonomia municipal. 
Seu topônimo - Bacabal - deveu-se à grande quantidade de bacaba (coco selvagem) existente na localidade quando de sua fundação.
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Ficheiro:Forum bacabal.jpg
Forum de Bacabal
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Formação Administrativa
Em 17 de abril de 1920, a Lei estadual nº 932 criou o distrito e o Município, com território desmembrado de São Luiz Gonzaga. 
A instalação ocorreu a 7 de setembro do mesmo ano.
Bacabal é, desde a sua fundação, município-distrito. 
Sofreu desmembramentos em 1961, para formação dos municípios de Lago Verde (Lei nº 2.157, de 30 de novembro), Olho d'água das Cunhãs (Lei nº 2.158, de 30 de novembro), e São Mateus do Maranhão (Lei nº 2.170, de 26 de dezembro).
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Ficheiro:Juizado bacabal.jpg
Juizado Bacabal
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Formação Judiciária
É sede de Comarca, criada em 1944 e instalada em 26 de março de 1945, havendo passado a 3ª entrância em 4 de dezembro de 1967, segundo a Lei nº 2.814.
Bacabal possui quatro varas e o Juizado Especial Cível e Criminal. Bom Lugar é termo de Bacabal. Atualmente, a Comarca de Bacabal é classificada como de entrância intermediária, polo das comarcas de Arari, Barra do Corda, Bom Jardim, Dom Pedro, Esperantinópolis, Lago da Pedra, Monção, Olho d'Água das Cunhãs, Paulo Ramos, Pindaré-Mirim, Pio XII, Presidente Dutra, Santa Inês (Maranhão), Santa Luzia, Santa Luzia do Paruá, São Luís Gonzaga do Maranhão, Vitória do Mearim, Vitorino Freire e Zé Doca.
Referente às demandas trabalhistas, Bacabal está na jurisdição do Tribunal Regional
 do Trabalho da 16ª Região. 
Há uma Vara Federal do Trabalho, antes Junta de Conciliação e Julgamento, criada pela Lei 7.471, de 30 de abril de 1986, e instalada no início de 1987.
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Geografia
A área municipal é estimada em 1 609 km², depois dos desmembramentos havidos. 
Limita-se com os municípios de Bom Lugar, Lago Verde, Conceição do Lago Açu, Lago do Junco, Alto Alegre do Maranhão, São Mateus do Maranhão, Olho D'água da Cunhãs e São Luis Gonzaga do Maranhão.
O clima é quente, úmido, quase constante. Em 2010 registraram-se as temperaturas máxima 
de 38,8° e mínima de 27°C. 
Prolonga-se de janeiro a junho a época normal de chuvas.
Entre os principais acidentes geográficos, o principal é o rio Mearim que, atingindo o Município pela parte sul no lugar Vila Velha, alcança o norte em Lage do Curral, prosseguindo até o limite 
com Conceição do Lago Açu. 
É navegável e bastante piscoso. 
Foi, até o advento das rodovias, o veículo natural de comunicação do Município. Há também o igarapé Ipixuna, piscoso, que penetra na parte sul do Município, atravessa a rodovia BR-316 e deságua no Mearim, com o nome de Ipixuna-Açu.
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Demografia
Bacabal vem apresentando extraordinário surto demográfico. Em 1950, segundo o recenseamento, a população do município era de 54 949 habitantes. 
De acordo com o censo de 2000, a população se compunha de 91 823 pessoas habitantes, 
sendo 44 052 homens e 47 771 mulheres. 
Deste total de habitantes, 71 408 residem na zona urbana e 20 415 na zona rural. A população do município estimada pelo IBGE em 2010 é de 99 960 habitantes, e 1 683 km², com densidade de 59,4 hab./km².
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Urbanização
A cidade que se liga a BR-316 pela estrada de concreto sobre o Rio Mearim é formada por 48 logradouros públicos, 16 dos quais pavimentados, 34 com iluminação, 25 servidos pela rede de abastecimento de água, e 6 arborizada. Há 2 avenidas, 38 ruas e 8 praças.
A iluminação elétrica, inaugurada em 1931, teve sua primeira usina substituída por outra mais possante, estando atualmente, sob responsabilidade da CEMAR.
A corrente distribuída é de 220 volts, frequência de 60 ciclos/segundo e o Município está recebendo energia da Hidrelétrica de Boa Esperança.
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Aeroporto 
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Transporte
Rodovia: A cidade é cortada pela BR-316, por onde passam diariamente centenas de carros.
Aeroporto: A cidade ja foi servida pela Penta, no final dos anos 1990 e começo de 2000. 
Mas atualmente não se opera nenhuma empresa.
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Saúde
Pertencente ao Sistema de Média e Alta Complexidade, é polo regional de saúde de outros 11 municípios. Possui os hospitais:
Pronto Socorro Municipal - Socorrão (100 leitos) - Atualmente desativado para reforma
Hospital Laura Vasconcelos (126 leitos)
Hospital Veloso Costa (275 leitos, mais 18 leitos em UTI)
BIORIM (Hemodiálise, com 22 máquinas de proporção)
Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Tipo II
Centro de Especialidades Odontológicas Tipo II
HEMOMAR
entre outros.
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Religião
O culto católico é praticado em 13 templos dos quais a Catedral de Santa Terezinha, que também 
é a matriz da cidade, Igreja de São Francisco das Chagas (cuja paróquia tem jurisdição
 sobre as capelas das cidades de Bom Lugar e Lago Verde), Igreja de Sant'Ana e 15 capelas,
 entre as quais está a de Nossa Senhora da Conceição da Porta Aberta, onde também
 localiza-se a Cúria Diocesana e a residência Episcopal.
Em 1º de novembro de 1968 foi instalada a Diocese de Bacabal, com a posse de
 D. Pascásio Rettler,OFM. Que permaneceu no cargo até 1990. Seus sucessores: D. Henrique,OFM. Passando um período de vacância (ausência de um Bispo) foi administrada por frei Frederico, OFM. Em fevereiro de 2000 assumiu a Diocese D. José Belisário da Silva,OFM permanencendo no cargo até o ano de 2005, quando foi nomeado Arcebispo de São Luís do Maranhão - o mais alto posto do Clero maranhense, foi Substituido por D. Armando Gutierrez, FAM.
O culto evangélico é praticado pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus em um templo sede e 26 igrejas filiadas - denominadas de congregações, presidida atualmente pelo Pr. Francisco Soares Raposo Filho.
Entre as igrejas protestantes citam-se a Batista Pioneira, Adventista do 7º Dia, Primeira Igreja Batista , Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Batista da Paz, Assembleia de Deus , Igreja Batista de Bacabal e Igreja Batista El-Shammam.
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.Internet
Há também ciber-cafés e lan-houses na cidade, além de uso da internet usadas em residências e empresas privadas, particulares e estatais, que aumentaram nos últimos anos, até então restritos às classes altas.
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Fonte de Pesquisa:
Créditos das imagens:

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Açailândia

Ficheiro:Acailandia boasvindas.jpg
Margens da Rodovia BR-010
"Cidade Progresso"
"Açai City"
Açailândia é um município brasileiro do estado do Maranhão. É o oitavo município mais populoso do estado, com um total de 101.130 habitantes segundo estimativa do IBGE em 2009.
A cidade é um importante pólo agro-industrial, onde a exportação de ferro gusa gerada por cinco indústrias siderúrgicas instaladas no município se torna sua principal fonte de renda.
 Também conta com diversos estabelecimentos comerciais dos mais diversos ramos do comércio e serviços, e possui um dos maiores rebanhos de bovinos do estado.
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História
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O início de tudo
Com a abertura da rodovia Belém-Brasília em 1958 nas proximidades do Riacho Açailândia, ponto de apoio da Rodobrás (1962) desta região, cujos trabalhadores descobriam ali, uma terra fértil com água em abundância. 
Foi o bastante para que a notícia corresse e em pouco tempo a região foi inundada por pessoas dos quatro cantos do País e algumas nações estrangeiras, tanto é, que em 1975 foi elaborada o Projeto de Lei "Pró-Emancipação" 130/75, até então Vila, cujo Projeto foi sancionado e transformado na Lei 4.299/81 no dia 6 de junho de 1981, tornando assim o Município de direito com o plebiscito realizado no dia 14 de dezembro do mesmo ano o governo do Estado nomeou em maio do ano seguinte um interventor até a posse do primeiro prefeito eleito nas eleições de 15 de novembro de 1982. 
A posse do primeiro prefeito eleito, deu-se no dia 1 de fevereiro de 1983, onde Raimundo Telefres Sampaio se tornou o primeiro prefeito, e de lá para cá já foram 05 (cinco) administrações, até o momento.
Banho do Quarenta no Pequiá - Açailandia - Ma
Banho do Quarenta no Pequiá - Açailandia - Ma
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Uma estrada para o progresso
No comando geral da missão da construção da estrada estava o estadista, Presidente Juscelino Kubitschek, o qual convidou Bernardo Sayão para a gerência de uma grande obra, que, mais tarde, iria beneficiar e proporcionar o maior surto desenvolvimentista do País. 
Com visão de estadista, o engenheiro "Sayão" apontava com a mão: "a direção é esta" - que se tornou um símbolo na construção da estrada.
Sob suas ordens, trabalhavam 11 construtoras e aproximadamente 1.200 homens, entre eles profissionais de todos os níveis culturais e sociais: topógrafos, engenheiros, médicos, motoristas, mecânicos e trabalhadores braçais, que eram popularmente conhecidos como "mateiros ou cassacos". 
Com facões, foices e machados nas mãos, aqueles heróis anônimos iniciaram, em Crixás(GO), a frente de serviço que deu início à construção de uma estrada, a qual foi chamada, na época, pelos detratores da obra e do progresso do Brasil, de "Caminho para Onça".
Estrada de Ferro Carajás, ano de 1985, trem de lastro no viaduto do km 513, Pequiá, Açailandia Maranhão.
Estrada de Ferro Carajás, ano de 1985, trem de lastro no viaduto do km 513, Pequiá, Açailandia Maranhão.
Mesmo assim, Sayão não desistiu; com passos firmes comandava, no cerrado goiano, uma picada rumo ao Norte. Em março de 1958, chegava à cidade de Imperatriz, no Estado do Maranhão.
 A área da pré-amazônia, como a própria região amazônica, oferece uma infinidade de riachos a quantos a percorram. 
Portanto, os riachos, rios e igapós, estão intimamente ligados à história e surgimento de cidades da região. Tal como consta nas raízes da nossa história As linhas de frente (como eram chamados os trabalhadores) deram notícia da descoberta de um Riacho, não demorou muito para os trabalhadores fazerem às margens do Riacho, Barracos, cobertos com palha de açaizeiros.
Local da Morte de Bernardo Sayão.
Estes barracos foram as primeiras construções deste lugar, e os mesmos serviram de apoio aos trabalhadores da estrada, por muito tempo. 
O Riacho e os açaizais ali presente serviram e inspiração para a criação do nome Açailândia. Sabiamente, nossos descobridores soberam homenagear uma planta que Deus criou e que, ainda hoje, é uma dádiva para a população amazônica. 
Pronta a estrada, para Açailândia vieram muitos aventureiros e, junto com eles vieram, também, venturas e desventuras. 
Certamente, mais estas que aquelas.
Com o chamado progresso, o controle do ecossistema da região foi modificado, encontrando-se, hoje, totalmente alterado de suas características originais. 
Mesmo assim, açailândia se tornou um município robusto e promissor.
VIADUTO DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS
VIADUTO DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS
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Migração
A principal porta de entrada para esta região, abriu-se a partir da construção da estrada Belém-Brasília, em 1958. 
A notícia correu por todo Brasil e outros países, dando conta de que, aqui, a terra era boa e os riachos permanentes. 
Contava-se, também, da fartura de madeiras de lei e de uma mata exuberante. Atraídos por esta notícia, trabalhadores e aventureiros de várias partes do Brasil, e de outros países amigos, vieram, com suas famílias, morar em Açailândia.
Até onde se tem registro, os primeiros a chegar foram os trabalhadores da linha de frente da rodovia Belém-Brasília, que, na sua maioria, eram oriundos das cidades de Barra do Corda, Pedreiras, Caxias e Imperatriz, todas no Maranhão. 
Os seguintes foram os missionários da Igreja Presbiteriana (de nacionalidade norte-americana), que vieram acompanhados de alguns coreanos, baianos, cearenses, capixabas, goianos, mineiros, pernambucanos, paraibanos, piauienses, etc. 
Em seguida chegaram os italianos, sírios, japoneses, libaneses, portugueses e ucranianos. 
Este universo de imigrantes aqui chegava diariamente, a pé, montado em lombo de burros e jumentos, ou em cima de caminhões pau-de-arara.
 Enfim, vinha gente de todos os lados do Brasil e do mundo. 
Talvez por isto, hoje, este município tenha uma população miscigenada; mesmo assim, todos têm boa índole, apesar dos costumes e culturas diferentes
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Etimologia
A grande quantidade de açaizeiros às margens do riacho encontrado pelos índios Curia e Cocranum deu origem ao nome do nosso município.
 De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa, açaí significa: fruto do açaizeiro, palmeira da Amazônia cujo nome científico é Euterpe oleracea.
 Do seu fruto é feita uma bebida do mesmo nome, muito apreciada no Estado do Pará. 
Alguns historiadores falam também que Açaí ou Assahy, de acordo com o linguajar indígena, teria o significado de: haste comprida que produz grãos miúdos. 
O '-lândia', é um radical de origem germânica, cognato com a palavra 'land' em inglês e alemão, que designa um país ou região. 
Daí, o nome Açailândia.
Ficheiro:Centro acailandia ma.JPG
Avenida Bernado Sayão, centro de Açailândia.
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Economia
A análise dos últimos dados consolidados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o município de Açailândia vem crescendo ano a ano, e no período 2002/2003, o município de Açailândia atingiu a taxa de 23% de crescimento. 
Juntamente com Imperatriz, Caxias, Timon e a capital São Luís formam os maiores centros econômicos do Maranhão.
Os dados mais recentes são do ano de 2003 e confirmam a tendência de crescimento que se registra desde 1999. 
Açailândia saiu da classificação número 564ª entre 5.560 municípios, em 1999, e subiu para a 270ª posição – ou seja: em quatro anos, saltou 294 lugares. 
Portanto, o município, economicamente, está entre os 500 maiores do Brasil e consolidou-se com uma das mais importantes economias do estado. 
Em valores, o PIB de Açailândia em 2003 é de R$ 822,2 milhões, 22,8% maior do que o PIB de 2002, já ajustado pelo IBGE, que totalizou R$ 669,1 milhões.
A principal fonte de economia do município é a exportação de ferro gusa gerada por cinco indústrias siderúrgicas instaladas no distrito industrial do Pequiá, que se constituiu no maior polo guzeiro do Norte e Nordeste do País. 
Por este motivo, o município tornou-se no terceiro maior arrecadador de ICMS entre os 217 municípios maranhenses.
Ficheiro:Local da morte de bernado sayao.jpg
Local da Morte de Bernardo Sayão.
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O município tem cerca de 750 estabelecimentos comerciais em todos os níveis, o comércio, indústria, agricultura e pecuária, também se destacam na economia, tanto que o município possui um dos maiores rebanhos bovinos do estado do Maranhão, um frigorífico instalado na cidade e a expectativa de instalação de outro grande frigorífico, além de uma fábrica de laticínios.
O município possui dezenas de Sindicatos de trabalhadores das mais diversas categorias profissionais, destacando entre estes, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicato dos Metalúrgicos, Sindicato dos Comerciários, Sindicato dos Servidores Municipais, etc.
Ficheiro:Ferro gusa acailandia.jpg
Produção do ferro gusa em Açailândia.
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Lojas de reconhecimento nacional com filial em Açailândia: Farmácias Big Ben, Farmácias Extra Farma, Armazém Paraíba, Lojas Gabriella, Liliani, Mateus Supermercados, Oticas Diniz, entre outros.
É servida por seis agências bancárias, das quais quatro são Bancos Públicos Federais: Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal; e outras duas são representantes de Bancos Privados: Banco Bradesco e HSBC Bamerindus.
Ficheiro:Rua duque de caxia acailandia.JPG
Centro comercial de Açailândia.
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Geografia
O clima é quente e úmido em meados do ano e as chuvas costumam aparecer depois de setembro quando se aproxima o verão e vai até março quando ocorre a estiagem, o terreno arenoso facilita a criação de erosões com a água da chuva, como se nota na maiorias das regiões com o mesmo tipo de terreno.
Seu relevo é formado basicamente de planícies e em sua vegetação predominam florestas latifoliadas do tipo amazônico de terra firme e cerrados. 
Uma região de terreno arenoso e barrento, rica em barro amarelo, propício para produção de todos os tipos de verduras e cereais, como milho, arroz e feijão.
A hidrografia da região é formada por aproximadamente 30 riachos, sendo os mais importantes riacho Acailândia, Itinga, Cajuapara, Pequiá, e os rios Gurupi e Pindaré.
Apesar do elevado desmatamento pelas madeireiras, pecuaristas e carvoeiras, ainda é possível catalogar quase todos os tipos de animais, aves e insetos habitantes da pré-amazônia.
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Infra-estrutura
Segurança Pública
A cidade possui Delegacia regional, sede da Defesa civil, Delegacia especial da mulher, Batalhão de Polícia Militar, Delegacia Regional do Trabalho e outros.
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Saúde
Estabelecimentos de saúde
Possui no um total de 43 Estabelecimentos de Saúde, sendo que 37 são vinculados ao SUS. A cidade dispõe de um Hospital Municipal de Médio Porte, 4 Hospitais particulares com 91 leitos para internação particulares e 47 no setor público.
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Educação
Instituições de Ensino
Na cidade há algumas instituições de ensino superior como o Campus Açailândia - Instituição de Educação Profissional, a Universidade Estadual do Maranhão - UEMA - Campus de Açailândia, o CEFET - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, o CETECMA - Centro de Capacitação Tecnológica do Maranhão, o SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e o CAIC - Centro de Apoio Integrado a Criança.
Já na esfera Estadual, há diversas instituições com destaque para: C.E. Lourenço Antônio Galletti, C.E. Maria Isabel Cafeteira, e C.E. Profº Carlos Beckman.
Na rede municipal, destaque para as escolas Escola Rafael de Almeida, Escola Municipal Profª Joviana S. Farias, Escola Aulidia Goncalves dos Santos, Escola Fernando Rodrigues de Souza e Escola Municipal Tânia Leite. sim muito destaque para os ensino do municipio sendo que os professores ganham mal, as escolas estão em pessimo estado, não tem nenhum suporte para os professores trabalharem e muito criminalidade nas escolas do municipio mas isso e o de menos pois os recursos que são destinados para o ensino do municipio e repassado para a secretaria de educação, aonde tem muitos funcionarios fatasmas e o recurso do municipio e todo repassado para maos dos poderosos funcionarios publicos de açailandia
Já na rede particular, destaque para as escolas de nivel fundamental e médio Colégio Frei César Gavazzi, Escola Divino Mestre, Escola Carrossel, Escola Pequeno Príncipe e Instituto Educacional Adonai-Objetivo.
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Ficheiro:Estacao ferroviaria de acailandia.JPG
Parte externa da estação ferroviária em Açailândia.
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Transporte
A cidade sede do município é privilegiada por sua localização no entroncamento da BR-010 (Belém-Brasília) com a BR-222 (que liga Açailândia com as demais regiões do Nordeste). 
É ainda o entroncamento da Ferrovia de Carajás com a Ferrovia Norte-Sul, constituindo-se no maior entroncamento rodo-ferroviário do Norte e Nordeste do Brasil.
Em Açailândia, o tráfego de passageiros na Ferrovia de Carajás foi aberto somente dois meses e meio depois da inauguração da Ferrovia: em 17 de março de 1986, um trem percorreu 540 km partindo de Pequiá, passando por Açailândia, até São Luís, inaugurando o transporte de passageiros na linha. Logo em seguida, o transporte foi estendido até Parauapebas, que não é o ponto final da linha, este sim no km 892. 
Daí para a frente, é feito somente o transporte de minério. 
O trem percorre a linha três vezes por semana, indo num dia e voltando no seguinte.
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Ficheiro:Praca dos acaizais.JPG
Praça do patizal.
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Cultura
Praças
Praça do Patizal
Localizada na Vila Ildemar, a praça possui uma plantação única na cidade da palmeira "PATI".
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Praça da Bíblia
Inaugurada em 22 de dezembro de 2000 e cercada por uma ótima iluminação e lindos jardins ao centro, a praça recebe um grande fluxo de pessoas no final de tarde, pessoas que praticam exercícios, o tradicional cooper, "caminhada no final da tarde", e está se tornando o mais novo ponto de encontro de jovens e adultos da cidade.
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Praça do Pioneiro
Homenagem do povo de Açailândia ao governador João Castelo. Inaugurada em 22 de abril de 1981, a praça é cercada de árvores, muito verdes, o principal ponto de encontro dos jovens açailandenses. 
No centro da praça existe uma grande quantidade da palmeira "AÇAI", tornando-a bastante peculiar, trazendo o fruto que carrega consigo a história da cidade.
 É considerada "Patrimônio Municipal"..
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Eventos e datas comemorativas
Expoaçailândia – Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Açailândia, realizada no mês de junho no Parque de Exposição José Egidio Quintal Filho. 
O evento, de caráter regional e nacional, visa mostrar as potencialidades para investimentos do município e buscar novas tecnologias e investimentos voltados para o desenvolvimento do Agronegócio da Região de Açailândia.
 É um dos maiores eventos da cidade atualmente.
Açaí-Folia
 - A Micareta é um dos maiores atrativos da cidade, realizada em virtude da festa de aniversário do município, sempre no mês de junho. 
Porém por falta de incentivos e patrocinios deixou de ser realizada em 2009. 
Atualmente é o maior carnaval fora de época da região, atraindo turístas de todas as regiões do estado e de outros estados, aumentando a renda do município no período.
Celebra Açailândia - Evento evangélico, no qual todas as igrejas evangélicas de Açailândia se reúnem para em uma só voz adorarem ao Senhor.
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Feriados Municipais
6 de junho - Aniversário da cidade.
Paróquia São Francisco de Assis
4 de outubro - Padroeiro da cidade (São Francisco de Assis).
Os Frades Capuchinhos chegaram em Açailândia em 1970, e em seguida iniciaram a construção da Igreja-matriz em honra a São Francisco de Assis, que foi inaugurada em 1992.
A Paróquia foi criada no dia 20 de setembro de 1987.
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Ficheiro:Bandeira-acailandia.gif
Bandeira de Açailândia
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Hino da Cidade
Letra de: José Carlos Trindade (Zezão) 
               Luís Fernando de Almeida Gonçalves
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Aqui na cidade onde moro
A cada nascer do sol
Cresce uma nova esperança
Anseios de um povo
Que fala com as mãos
*
Na fonte vive o poeta
Filho dos Açaizais
Aboios no campo
Madeira, arroz
E o pranto das nossas sinhás
*
Açailândia expresso
*
Progresso
Eixo do Maranhão
E ao pioneiro o nosso afeto
Do fundo do coração
*
A mão está sempre aberta
Nos laços da união
Dormem os filhos da terra
Junto aos imigrantes
De toda a nação
*
Em meio a tanta alegria
Em tanta dedicação
Exaltamos o nome
Que veio de longe
E trouxe a esperança nas mãos
*
Açailândia expresso progresso
Eixo do Maranhão
E ao pioneiro o nosso afeto
Do fundo do coração
*
Fonte de pesquisa:
Créditos das imagens:
Ficheiro Wikipédia e Panorâmio.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Timon

Ficheiro:Entrada Timon.jpg
Timon (antiga Flores) é o terceiro município mais populoso do estado brasileiro do Maranhão. Sua população é de 150.635 mil habitantes segundo estimativa do IBGE em 2009. É também o quarto maior município em economia. Está conurbado à capital do estado vizinho, Teresina, fazendo parte da Grande Teresina.
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História
A ocupação de Timon começou com o estabelecimento das comunicações entre a Vila da Mocha, hoje Oeiras, no Piauí, e Aldeias Altas, hoje Caxias, no Maranhão, ainda no século XVIII. A passagem de Santo Antonio como se chamava o ponto de travessia no rio Parnaíba, situava-se a montante de Timon, distante 13 km da sede. Até 1779, era o único aglomerado humano existente, inserido no traçado da estrada real que ligava os dois estados. Com a instalação de Teresina, em meados do século XIX, ganhou importância o porto de São José do Parnaíba (mais tarde das Cajazeiras), por situar-se privilegiadamente defronte a nova capital do Piauí. Foi então que, fazendeiros de diversas regiões e aventureiros vindos com os jesuítas que colonizaram as Aldeias Altas (MA), estabeleceram-se ao longo de uma outra estrada, aberta para ligar Teresina àquele povoado maranhense.
Em 1855, o presidente da Província do Maranhão, Eduardo Olímpio, promulgou uma lei elevando o povoado `a categoria de vila, que passou a chamar-se São José do Parnaíba. Em 1863 em atendimento à solicitação dos conselheiros da Vil de Matões, foi revogada a lei anterior. No ano seguinte, novamente na condição de povoado, passou a ser chamado São José das Cajazeiras.
Proclamada a República, em 1889, o primeiro governador do estado do Maranhão sancionou, a 22 de dezembro de 1890, a lei que eleva o povoado de São José das Cajazeiras à categoria de vila com o nome de Flores.
Em 10 de abril de 1924, foi elevada à categoria de cidade, mantendo o nome de Flores, através da Lei nº 1.139, assinada pelo governador Godofredo Mendes Viana.
Em 1943, por exigência do IBGE que não admitia duas cidades homônimas – já havia Flores no Rio Grande do Sul- o Governador Paulo Ramos editou o Decreto-Lei nº 820, mudando o nome para Timon, numa homenagem ao intelectual maranhense João Lisboa, que deixou uma obra com o título “ Jornal de Timon”.

Ponto José Sarney
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Geografia
Situada na margem esquerda do Rio Parnaíba, tendo como divisa leste, do lado do estado do Piauí, a cidade de Teresina, faz parte da Grande Teresina. A sede do município de Timon localiza-se a 5º5’ de latitude sul e 42º50’ de longitude oeste, estando 69kmacima do nível do mar, distante 426 km de São Luís por rodovia e, em linha reta, apenas 322 km.
O município esta situado na microrregião geográfica do Itapecuru, à margem esquerda do ria Parnaíba, limitando-se ao leste com Teresina capital do Piauí ao norte e ao oeste com o município de Caxias, e ao sul com o município de Matões.
Foi a segunda cidade do Nordeste a possuir uma usina de reciclagem. A cidade possui um comércio pouco desenvolvido devido a proximidade do centro comercial da cidade vizinha, Teresina, capital do Piauí. No entanto, Timon tem passado por um processo de expansão da área urbana e do comércio, sobretudo ao longo da Rodovia BR-316, que corta a cidade no sentido norte-sul. Timon passou recentemente a ser o terceiro município em população do estado, superando Caxias. É o 169º no país, em contingente populacional, e o quinto em arrecadação de ICMS no estado.
Ressalta-se que Timon está inserido no projeto “Grande Teresina”, como o segundo maior município, tornando-se assim um ponto estratégico para o desenvolvimento dessa região.
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Clima
Timon possui um clima quente o ano inteiro, com a temperatura média variando pouco no ano inteiro, onde podem as vezes superar os 40°C, e a mínima raramente é inferior a 20°C. Até mesmo o mês mais frio da cidade (fevereiro), tem uma temperatura anual alta: máxima de 32°C e mínima de 22°C. O mês mais quente é outubro e a temperatura média é de 37°C ao dia e 23°C à noite(às vezes de manhã).
A chuva influencia muito na temperatura da cidade, os meses mais frios (dezembro-abril) são os mais chuvosos, assim, a umidade na cidade e a água fria diminuem a temperatura, então nesses meses a temperatura vai ser mais baixa. Dentre esses meses, o mais chuvoso é abril, chove cerca de inacreditáveis 287 mm. O período mais seco (junho-setembro), possui temperaturas mais elevadas. O mês mais seco é agosto, chove cerca de somente 13 mm.
Uma peculiar característica das chuvas da cidade é por serem rápidas (normalmente não ultrapassam os 30 minutos) e bastante fortes (grande força da água e ventos). A incidência de raios também é muito comum.
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Ponte José Sarney
Zé Pereira
O Zé Pereira é a Tradicional festa de carnaval que conta com três blocos,Gaiola das loucas,D'pileque E Love.Durantes os dias passam pela avenida Piauí, à beira do Rio Parnaíba, grandes nomes da música. O Zé Pereira de Timon é um evento que traz uma grande geração de renda tanto para município quanto para as famílias carentes que vêem no evento uma possibilidade de acrescentar a renda familiar.O Zé pereira É uma Da Melhor festa Da Região.Uma das poucas micaretas do Brasil que ainda proporciona o encontro de trios durante o percurso.Um evento nos mesmos moldes do carnaval baiano. Dois Maravlhosos Dias.Fora A Sexta Altenativa, Os Blocos Se Reúnem Para Cotratar Varias‎ Atrações.com 2 atrações nacionais por dia, trios elétricos, abadás, camarotes, seguranças particulares, polícias Civil e Militar e tudo mais que tem direito um grande evento já consagrado nessa área.o Zé Pereira de Timon é sinônimo de segurança e alegria, os turistas de todo o país começam a contagem regressiva para um dos eventos mais esperados do ano. A cada edição, o Zé Pereira de Timon ganha maior proporção. Neste Zé Pereira, a projeção é de se levar para a Avenida Piauí uma grande multidão de foliões em um clima de muita agitação, alegria e paz.
Todos os blocos mantém a tradição de participar todos os anos do Zé Pereira, e está com tudo pronto para a alegria dos foliões. Cheio de atrações nacionais irão animar Milhares De Pessoas Por Dia.O Zé pereira promete balançar o que é considerado uma das maiores festas carnavalescas do meio norte do Brasil. O evento que acontecer todos os anos pretende levar cerca de cem mil foliões para a Av. Piauí em cada dia. Com uma estrutura de 80 camarotes, os turistas poderão aproveitar os dois dias de eventos com muita segurança.“Estam formando uma equipe de 300 seguranças particulares, além de 90 policiais militares para dar tranquilidade aos foliões. Teremos também uma ambulâncias para atender pequenos imprevistos que possa acontecer”.

Ponte José Sarney
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Universidades
Faculdade São José - FSJ - É tida como uma faculdade de prestígio dentro da cidade de Timon.Suas turmas de Direito são em média formadas por quase que 70% de teresinenses.Oferece também curso de Administração e de Ciências Contábeis.
Centro de Estudos Superiores de Timon - CESTI/UEMA - Oferece cursos de pedagogia, letras e administração. O centro também oferece cursos a distância através do programa "UEMA NET".
Instituto de Ensino Superior Múltiplo - IESM - Oferece cursos de: Pedagogia, letras, Ciências Contábeis, Línguas - Portuguesa e Inglesa, Enfermagem, Educação Física e destaca-se por ser a única faculdade do leste maranhense a oferecer o curso de Zootecnia.

Ponte José Sarney
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Economia
O município de Timon ainda possui uma economia voltada basicamente para os pequenos negócios, para o setor informal e para a agricultura de subsistência.O setor do comércio e serviços é o que mais cresce e já representa 60% da economia do município, passando inclusive a recentemente apresentar a sua população lojas de reconhecimento nacional como: Lojas Insinuante; Multi Cred Empréstimos e Financiamentos, Farmácias Big ben; Farmácias Pague Menos; Armazém Paraíba; Comercial Barroso, Lojas Maia, Gabriella, Infoart's Soluções e Serviços; entre outros. A maioria da população economicamente ativa(55%) trabalha em Teresina, que fica na outra margem do rio Parnaíba.
O comércio e a prestação de serviços são as principais atividades geradoras de receita do município.
No setor industrial destacam –se principalmente a indústria ceramista e de movelaria.
O turismo e a agricultura, são atividades com grande potencial de desenvolvimento.
Destaque na agricultura é a visão empresarial da Cropterra, concessionária da marca John Deere, empresa norte-americana de maquinas agrícolas, que a pouco inaugurou suas instalações no município.

Ponte José Sarney
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Mobilidade acessibilidade
A Ponte João Luiz Ferreira, (mais conhecida como Ponte Metálica), é um dos símbolos e talvez o mais conhecido cartão-postal de Teresina. Foi a primeira ponte construída sobre o Rio Parnaíba, inaugurada em 2 de dezembro de 1939, após 17 anos do início da obra, ligando Teresina a Timon. Projetada pelo engenheiro alemão Germano Franz, consumiu 702 toneladas de ferro em sua construção. Sua conclusão permitiu o estabelecimento da linha férrea entre Teresina e São Luís, conectando por trem as Capitais do Piauí e do Maranhão. Foi declarada Patrimônio Histórico Nacional pelo IPHAN em setembro de 2008.
A Ponte José Sarney (mais conhecida como Ponte da Amizade) é a mais nova comunicação entre Teresina e Timon, inaugurada em 2002. Construção moderna, de duas pistas, em concreto e aço, produz um contraste interessante com a Ponte Metálica, sua vizinha mais antiga. Um efeito colateral de sua conclusão foi o virtual desaparecimento do transporte fluvial entre as duas cidades, feito durante décadas por pequenos barcos a motor.
A Ponte Engenheiro Antônio Noronha (mais conhecida como Ponte Nova),Fica sob o Rio Parnaíba, BR 316,Ela é usada geramente para caminhões,carretas etc.mais algumas pessoas usa para conectar ao bairro da tabuleta,para viajar pegar as cidades ex:fortaleza,rio de janeiro,recife,maceio e varias outras.mais ela esta bem localizada pertos dos postos fiscais do maranhão e o piauí.ela foi construída para a posse da br 316,para não intefirir na passagens das pontes das cidades e entrar nos centros das cidades cheio de cargas.

Ponte José Sarney
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Cultura
A cidade de Timon conta com vários segmentos artísticos, associações de cunho culturais e um número muito grande de artistas na literatura, na música, nas artes plásticas, na dança e no teatro. Neste último segmento, nos últimos anos houve um progresso notável. O Grupo Proposta de Teatro (criado em 1990), por exemplo, recentemente participou do ENTEPOLA - Encontro de Teatro Popular Latino Americano, que aconteceu em Colatina-ES e contou com a participação de grupos da Espanha, da Argentina e de vários Estados do Brasil, sendo o Grupo Proposta de Teatro o único do Maranhão a participar do evento, com apenas três grupos do Nordeste.
Fonte de pesquisa:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Imperatriz (Maranhão)

Ficheiro:Beira Rio IV.JPG
Imperatriz é o segundo município mais populoso do estado brasileiro do Maranhão. Sede da Região Metropolitana do Sudoeste Maranhense, a cidade se estende pela margem direita do rio Tocantins, e é atravessada pela Rodovia Belém-Brasília, situando-se na divisa com o estado do Tocantins.
Imperatriz é o maior entroncamento comercial, energético e econômico do estado, sendo ainda o segundo maior centro populacional, econômico, político e cultural do Maranhão e possui um posicionamento estratégico útil não só ao estado mas também para todo o norte do país. Imperatriz está num cruzamento entre a soja de Balsas, no sul do Maranhão, a extração de madeira na fronteira com o Pará, a siderurgia em Açailândia e a agricultura familiar no resto do estado, com destaque para a produção de arroz, e também das futuras potencialidades como a produção de energia e celulose com a implantação da hidroelétrica de Estreito, Serra Quebrada e da fábrica da Suzano Papel e Celulose em Imperatriz.Além dessas potencialidades, pode-se perceber também intensa atividade extrativista, principalmente na reserva do Ciriaco. Para dar suporte logístico a todas essas atividades, Imperatriz assume postura de capital local, pois através do Complexo atacadista do Mercadinho e do Centro Varejista do Calçadão, a produção do sul do Maranhão, norte do Tocantins e leste do Pará é escoada. Para tanto Imperatriz conta com a Rodovia BR-010 (Belém-Brasília), com um dos maiores rios do país, o Rio Tocantins e com a Ferrovia Norte-Sul e a Estrada de Ferro Carajás. Além disso, por Imperatriz passam as principais linhas de transmissão de energia elétrica do Maranhão e de outros estados.
Hoje, por força de seu grande desempenho nos setores do comércio e da prestação de serviços, Imperatriz ocupa a posição de segundo maior centro econômico, político, cultural e populacional do estado e o principal da região que aglutina o sudoeste do Maranhão e norte do Tocantins. A história e o desenvolvimento de Imperatriz deram-lhe diversos títulos, entre eles o de "Portal da Amazônia - Capital da Energia".
"Portal da Amazônia"
"Capital da Energia"
"Imperosa"
"Imp"
"Itz"
Etimologia
Seu atual nome originou-se do segundo nome, que era Vila de Imperatriz, dado em homenagem à Imperatriz Teresa Cristina. Com o tempo, sua denominação foi sendo simplificada pela população que habitava o local onde hoje é a cidade, havendo documentos anteriores à Abolição em que a vila é mencionada simplesmente como Imperatriz. A nomeclatura Vila de Imperatriz foi alterada oficialmente para Imperatriz pela lei provincial nº 631, de 5 de Dezembro de 1862.
Ficheiro:Ponte Imperatriz.jpg
Ponte Dom Felipe Gregory sobre o Rio Tocantins.
Geografia física
Localização
Com uma latitude de 5°31'33 sul e longitude de 47°28'33 oeste, localiza-se próximo à divisa com o Tocantins, num território razoavelmente plano e fértil, ao Sudoeste do estado, em uma altitude de 95 metros, em média.
Solo
Os tipos de solos originais que constituem o município são o Latossolo vermelho escuro: solos minerais profundos e bem drenados; as Areias quartzosas: solos minerais, não hidromórficos, textura arenosa, pouco desenvolvido e com baixa fertilidade natural e os Solos litoicos: solos rasos, muito pouco evoluídos, apresentam teores baixos de materiais primários de fácil decomposição.
Vegetação
Do ponto de vista ecológico, Imperatriz apresenta uma grande diversidade de espécies de plantas e animais. Na região oeste do estado estão demarcados de 300 mil hectares de terra referentes à Reserva Biológica do Gurupi, que é o que restou da floresta amazônica no Maranhão. Imperatriz por fazer parte dessa àrea recebeu o título de Portal da Amazônia. Os tipos de vegetação originais do município são o cerrado, que caracteriza-se por árvores baixas, de troncos retorcidos e cascas grossas, espalhadas pelo terreno; as florestas ou matas, que caracteriza-se pelo predomínio de árvores altas que crescem bem próximas umas das outras e os campos, que caracterizam-se pela formação de plantas rasteiras, predominando o capim e a grama.
Hidrografia
O município de Imperatriz é banhado pelo rio Tocantins, além dos riachos Cacau, Bacuri, Santa Teresa, Capivara, Barra Grande, Cinzeiro, Angical, Grotão do Basílio e Saranzal. O rio Tocantins é um dos rios mais importantes do norte brasileiro,e como conseqüência, do município de Imperatriz.
O Rio Tocantins é uma das fontes de pescados para a população, e além disso, proporciona também oportunidades de lazer para os Imperatrizenses e a população dos municípios vizinhos, quando a partir de julho, ao baixar de suas águas, faz-se surgir praias fluviais. As mais famosas são as Praias do Cacau, do Meio, da Belinha e do Imbiral. O rio também é a principal fonte de abastecimento de água do município.
Clima
O oeste maranhense, onde Imperatriz está inserida, está dentro da área de atuação do clima tropical subúmido com médias pluviométricas e térmicas altas. As chuvas distribuídas nos primeiros meses do ano, mas o estado não sofre com períodos de seca.
Há somente duas estações bem definidas na cidade: inverno ou estação das chuvas (novembro a março) e verão ou estação da seca (abril a outubro). Os meses em que o "frio" predomina novembro a abril (época que começa a chover), e o "calor", de abril a outubro. A temperatura média no município oscila entre 20° e 38º, com picos de mais de 40° graus em dias mais quentes. Com sensações térmicas que chegam a 44º mesmo no inverno e chega a bater os 50º no verão. A média pluviométrica do município é de 1.400mm anuais.
Geografia política
Fuso horário
O fuso horário de Imperatriz é o mesmo com relação ao Horário de Brasília e de -3h ao Tempo Universal Coordenado (UTC), ou seja, o horário local é contado a partir de menos três horas do horário do Meridiano de Greenwich. Imperatriz não sofre com a alteração provocada pelo horário nacional de verão.
Ficheiro:Pedra Caida.jpg
Cachoeira da Pedra Caída em Carolina.
Turismo local
O um dos mais modernos Parques Aquáticos do Maranhão está em Imperatriz. O Freitas Parque Aquático localizado as margens da BR-010 próximo ao Parque de exposições com quase cinco anos de fundação e um público variado e fiel, hoje com mais de 30.000 sócios. Há também diversas pousadas às margens do Rio Tocantins, e diversos clubes recreativos. No período de veraneiro surgem as praias no Rio Tocantins, que contam com uma grande estrutura de limpeza, segurança (em terra e água), iluminação, palco e quadras de areia.
Há também diversas casas noturnas, boates, casas de shows, casas de stripers, barzinhos, restaurantes de comidas típicas (Chinesa, Japonesa e Italiana) além da cozinha contemporânea e de pratos finos. As principais casas de shows são a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) e a Arena de Shows do Parque de Exposições. Alem desses, tem diversas churrascarias, pizzarias, lanchonetes, sorveterias e vários outros estabelecimentos relacionados a gastronomia.
Atualmente em Imperatriz existem 2 Shoppings em funcinamento (Timbira Shopping e Imperatriz Shopping), mas já está em construção o novo Tocantins Shopping, com 2 pavimentos, 107 lojas e estacionamento subterrâneo. Está previsto também o inicio das obras de construção do Shopping Popular de Imperatriz, localizado no centro da cidade, com 90 lojas, e outro que será o maior da cidade, o Imperial Shopping Center com capacidade prevista para 160 lojas.
Turismo contemplativo
No Sul do Maranhão e próximo a Imperatriz destacam-se a Cachoeira das Três Marias, Cachoeira do Macapá, Parque Ecológico Santa Luzia e o Parque Nacional da Chapada das Mesas. Na região encontram-se outros pontos turísticos como Cachoeira do Cocal e Frutuoso (Riachão), Cachoeiras do Itapecuru e Cachoeira da Pedra Caída (Carolina). No lazer destaca-se a descida de bóia do Rio Balsas, Beira Rio, Ponte de Madeira do Rio Balsas, Ponte de Madeira do Rio Maravilha.
Ficheiro:Cachoeira de Sao Romao.jpg
Cachoeira de São Romão em Carolina.
Turismo aquático
Na cidade além dos clubes e parques aquáticos, existem as praias no período de veraneiro, e também diversas Ilhas e pousadas ao longo do Rio Tocantins. Existem também vários banhos (balnearios populares)como o porão a 42 km no rio campo alegre lugar extraordinariopara desfrutar com a familia esperimente a galinha caipira e desfrute de um banho frio nas aguas do rio campo alegre. e o Tunel do riacho bananal embaixo da ferrovia a 23 mk do centro de imperatriz a praia do setor agricola o bananal a avenida Beira Rio forma, com o Rio Tocantins (que ela margeia), um dos principais cartões de visita de Imperatriz.
Turismo de eventos
Em relação ao turismo de eventos, Imperatriz é dotada de um centro de convenções multiuso (para congressos, seminários, ciclos de palestras e conferências, feiras e exposições multissetoriais, treinamento de mão-de-obra etc).
Os principais eventos que acontecem na cidade são: Exposição Agropecuária de Imperatriz (EXPOIMP); Feira da Indústria e Comércio de Imperatriz (FECOIMP); Levada Elétrica (Micareta); Carnaitz (Micareta); Maranhão Forró Fest (Festival de Forró); Encontro de Estudantes de Direito da Região Tocantina (Seminário - Participação de grandes Juristas e Personalidades como o Professor Doutor Luís Flavio Gomes e o Senadores Cristovam Buarque e Demóstenes Torres); Encontro Nacional de Som Automotivo; Salão do Livro de Imperatriz - SALIMP. Feira de Ciências e Tecnologia - Sul o Maranhão que em 2009 reuniu trabalhos científicos de alunos vindos de sete estados (Maranhão, Pará, Ceará, Tocantins, Pernambuco, Rio de Jandiro e Rio Grande do Sul).
Hotelaria
Em Imperatriz existem diversos hotéis de até 4 estrelas, os principais são: Alcazar Palace Hotel,New Anápolis Hotel, Advance Palace Hotel, Hotel Posseidom,Hotel São Luís, Hotel Presidente e Schalon Hotel. Além do serviço de hotelaria, Imperatriz oferece um ótimo serviço de aluguel de automóveis, contando com 6 Locadoras e 23 Concessionárias de Veículos, Motos e Caminhões das principais marcas. Há também o serviço de taxi aéreo.

Praça Brasil
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Infraestrutura
A cidade dispõe de variados serviços (restaurantes, padarias, confeitarias, bancos, financeiras, órgãos públicos-federais, estaduais e municipais, clubes, hotéis, pousadas, bordéis e motéis) que apoiam a população de um modo geral. Além de excelentes meios de acesso, visto que Imperatriz é cognominada "Metrópole da Integração Nacional", pela estrutura das vias de acesso, que se dão por meio rodoviário; ferroviários; hidroviário e aeroviário.
Imperatriz é o maior centro de serviços médico-hospitalares, odontológicos, fisioterápicos, laboratoriais e centros de diagnóstico por imagem da região e um dos melhores do interior do Brasil. Imperatriz conta com 12 hospitais e dispõe de cerca de 500 profissionais da saúde, como médicos (em cerca de 20 especialidades), odontólogos, psicólogos, terapeutas, farmacêuticos-bioquímicos, nutricionistas, assistentes sociais e profissionais de radiologia e enfermagem.
Na educação, a cidade dispões de uma ampla rede de ensino desde o pré-escolar até o ensino superior, além do profissionalizante, sendo compartilhada pela rede pública e particular de ensino, que comtemplam a cidade com instituições de ensino de excelênte nível. Também conta com um ótimo sistema de comunicação, que vão desde as emissoras locais de televisão, rádio até os serviços de telefonia móvel, fixa e de internet banda larga.

Templo da Assembléia de Deus.
O segundo maior templo religioso da América Latina
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Imperatriz conta também com um eficiente sistema de abastecimento de energia, através da Substação da Eletronorte instalada no Distrito Industrial do Município e além de estar bastante próxima das hidroelétricas de estreito e de serra quebrada. Também conta com sistema de coleta seletiva de lixo, feita por caminhões compactadores que atendem a 80% da área do município com o seu destino final adequado. Há também coleta de lixo hospitalar. de embalagens de agrotóxicos, e de produtos recicláveis.
O Bairro do Mercadinho é como se fosse um CEASA (centro de abastecimento) da cidade, pois é o maior centro de abastecimento de alimentos, verduras e frutas da cidade. É uma espécie de Central de Abastecimento, onde encontra-se de tudo, desde frutas e verduras a todos os tipos de alimentos. Também é onde se encontra as distribuidoras atacadistas que abastecem o comércio dos municípios vizinhos.
CULTURA
A cultura em Imperatriz é marcada pela diversidade de costumes, música e gastronomia e reflete traços culturais singulares devido a herança deixada pelos nativos e diversas raças, desde a européia, libanesa até a africana, e pelos migrantes oriundos de outros Estados que aqui se radicaram.
Ficheiro:Academia imperatrizense de letras.JPG
Academia Imperatrizense de Letras.
A Academia Imperatrizense de Letras (AIL) é atualmente uma das entidades culturais de maior prestígio no estado. Reunindo literatos e intelectuais de várias cidades da região, a AIL tem se destacado como fomentadora da literatura regional. Seus membros são responsáveis por aproximadamente 70% de toda a publicação editada hoje nessa parte do estado. Estatutariamente, a AIL tem 40 cadeiras.Em 2010, segundo o Sindicato dos Editores de Livros, a cidade de Imperatriz é a que mais produz livros no Maranhão, apesar de não dispor de grandes livrarias.
Folclore
No folclore o Lindô, e as quadrilhas juninas são as mais importantes manifestações, de origem espanhola, o Lindô é uma dança típica com indumentária própria e que foi trazida a Imperatriz graças ao incentivo do Frei Manuel Procópio, O Bumba-meu-boi, manifestação comum no litoral maranhense, só recentemente foi introduzido nessa região, mas pouco valorizado pelos Imperatrizenses.
Esportes
Imperatriz possui razoável planejamento de infra-estrutura esportiva para abrigar eventos de esportivos de grande porte. Na cidade há um estádio moderno com capacidade para 20 mil pessoas sentadas (Estádio Frei Epifânio D'Abadia), um Kartódromo dentro dos padrões nacionais e internacionais, diversas quadras poliesportivas espalhadas nos bairros, comunidades e escolas, Campos de Areia na Beira Rio e na Praia do Cacau que sedia eventos como o Campeonato Imperatrizense e Maranhense de Beach Soccer.
Fonte de pesquisa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperatriz_(Maranh%C3%A3o)
Imagens do templo pedido por leitor Neto:
http://www.apazdosenhor.org.br/a_index.php?pag=templo
Imagens pedida pelo leitor Neto da Praça Brasil :
http://farm1.static.flickr.com/164/360607934_b7c7bc8412.jpg?v=0]

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

São Luís (Maranhão)

Ficheiro:São Luís Montagem.png
São Luís é um município brasileiro, capital do estado do Maranhão, fundada no dia 8 de setembro de 1612. Localiza-se na ilha Upaon-Açu (denominação dada pelos índios tupinambás significando "Ilha Grande"), no Atlântico Sul, entre as baías de São Marcos e São José de Ribamar. De modo semelhante ao que ocorre com Belém do Pará e Vitória do Espírito Santo, habitantes de outros Estados brasileiros certas vezes se referem à cidade como São Luís do Maranhão. Quando em 1621 o Brasil foi dividido em duas unidades administrativas - Estado do Maranhão e Estado do Brasil - São Luís foi a capital da primeira unidade administrativa. sendo que em 1737 com a criação do Estado do Grão-Pará e Maranhão, Belém passa a ser a nova capital.
É a principal cidade da Região Metropolitana Grande São Luís e possui 997.098 habitantes,sendo a 15ª cidade mais populosa do Brasil. São Luís é a única cidade brasileira fundada pelos franceses (ver França Equinocial), e é uma das três capitais brasileiras localizadas em ilhas (as outras são Florianópolis e Vitória).
De acordo com dados do IBGE possui o 12º maior parque industrial entre as 27 capitais do Brasil. É considerada também em pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) uma das melhores cidades para se trabalhar no Brasil.São Luís é a quarta maior cidade da Região Nordeste e a 13ª maior capital brasileira.
É rica em manifestações culturais, como: o bumba-meu-boi, tambor de crioula, cacuriá, dança portuguesa, quadrilhas juninas, reggae e outras. Possui o maior conjunto arquitetônico de azulejos portugueses da América Latina,e uma culinária peculiar da cidade, com pratos como o cuxá, o arroz de cuxá, o peixe frito e a famosa torta de camarão. A cidade possui uma vida noturna muito movimentada, com bares, restaurantes, clubes de festas, teatros, cinemas e muitos shows de artistas locais, nacionais e internacionais.
Ficheiro:São Luis do Maranhão em mapa de 1629 por Albernaz I.PNG
São Luís do Maranhão em mapa de 1629 por Albernaz I.
A capital maranhense, lembrada hoje pelo enorme casario de arquitetura portuguesa, no início abrigava apenas ocas de madeira e palha e uma paisagem quase intocada. Aqui ficava a aldeia de Upaon-Açu, onde os índios tupinambás - entre 200 e 600, segundo cronistas franceses - viviam da agricultura de subsistência (pequenas plantações de mandioca e batata doce) e das ofertas da natureza, caçando, pescando, coletando frutas.
Além de dar nome a uma lagoa que fica na parte nova da cidade, Ana Jansen é também lembrada através de uma lenda: sua carruagem, puxada por cavalos brancos sem cabeça, estaria circulando ainda hoje pelas ruas escuras de São Luís.
O grande fluxo comercial de algodão, que chegou a fazer da capital maranhense a terceira cidade mais populosa do país (atrás apenas do Rio de Janeiro e Salvador), entrou em decadência no fim do século XIX, devido à recuperação da produção norte-americana e a abolição da escravatura. A produção agrícola foi aos poucos sendo suplantada pela indústria têxtil que, além de matéria-prima, encontrou mão-de-obra e mercado consumidor na região. A nova atividade colaborou para a expansão geográfica da cidade e surgimento de novos bairros na periferia.
Faz parte do seu patrimônio cultural a riqueza de poemas e romances dos seus grandes escritores, tais como Aluísio de Azevedo, Gonçalves Dias, Graça Aranha, dentre outros, o que tornou a cidade conhecida como a Atenas Maranhense. Além da literatura, os ritmos cadenciados transbordam alegria e sensualidade, através do tambor-de-crioula, do reggae e do bumba-meu-boi.
Ficheiro:Palácio dos Leões - São Luis - Maranhão - Brasil.JPG
Fachada do Palácio dos Leões, sede do Governo Estadual do Maranhão.
O Palácio dos Leões é o edifício-sede do governo do estado brasileiro do Maranhão.
Sede política e institucional do Governo do Estado do Maranhão, o Palácio dos Leões representam um dos maiores símbolos da cultura maranhense. Sua Localização privilegiada, no alto do promontório onde nasceu a cidade de São Luís, aliada à sua trajetória histórica, sua arquitetura e seus bens móveis e artísticos, compõe um conjunto de fundamental importância para o entendimento da formação da identidade cultural do povo maranhense.
A sua origem histórica é de 8 de setembro de 1612, quando os franceses, comandados por Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardiere, sob a proteção da rainha regente da França, Maria de Médicis, estabeleceram entre os estuários do rio Anil e Bacanga na ilha de Upaon – Açu, a colônia que batizaram de França Equinocial, iniciando a construção de um forte, ao qual deram o nome de São Luís, em homenagem ao Rei de França.
Após a expulsão dos franceses, em 1615, o capitão-mor Jerônimo de Albuquerque utilizando a mão de obra dos índios inicia no local do forte de São Luís, rebatizado pelos portugueses de São Felipe, a construção em taipa de pilão da residência dos Governadores, conforme projeto do engenheiro militar Francisco de Frias Mesquita.
Em 1624, o novo Governador Geral do Maranhão, Francisco d’ Albuquerque Coelho de Carvalho, determinou a reconstrução do Forte de São Felipe em pedra e cal. Na mesma época, determinou também a reconstrução da residência dos Governadores. A primitiva construção, serviu tanto de moradia como despachos administrativos até o ano de 1762.
Ficheiro:SaoLuis-PalacioLeoes2.jpg
Vista geral do Palácio dos Leões.
Em 1766 o governador Joaquim de Mello e Póvoas determinou a demolição do velho Palácio do Governo e fez construir uma nova sede para melhor acomodar a família dos capitães-generais que lhe sucedessem. O edifício construído por ordem de Mello e Povoas, feito de pedra e cal, era sóbrio, acachapado, com beirais salientes, o telhado baixo, tendo a entrada de lado, uma vez que somente na reforma empreendida em 1857 é que foi a mesma deslocada para o centro do prédio.
Durante todo o período do império o Palácio do Governo passou por várias reformas. Dentre esses melhoramentos, os mais significativos foram: iluminação a gás e lageamento do passeio da testada do edifício em pedra de cantaria portuguesa em 1863 e a aquisição de móveis e outros objetos em 1872.
Na era republicana, o antigo prédio do Palácio do Governo, passa por sua primeira grande reforma em 1896, durante a administração de Manuel Inácio Belfort Vieira.
A segunda reforma seria empreendida em 1906 por Benedito Leite, responsável pela construção da extensa ala nos fundos do Palácio, destinada à residência do governador e aquisição de algum mobiliário e objetos de adorno que mandou vir da Europa.
Em 1911, quando Luís Domingues assume o governo do Maranhão, encontrou o Palácio com pouca mobília, muitas salas necessitando de reparos, a fachada ainda no estilo colonial, apesar de estar alterada e, alguns pontos, a exemplo do brasão heráldico com leões pintado em azulejos, que serviu mais tarde como tema ao jornal “O Combate”, em sua campanha oposicionista ao governo de Magalhães de Almeida (1926 – 1929), que fazia, de forma irônica, a comparação entre o governador e seu gabinete com os leões. Apesar da clara intenção de uma crítica ferina, o apelido pegou, e o povo e sucessivos governantes acabaram adotando para sempre o nome do Palácio do Governo para Palácio dos Leões.
Ficheiro:Aerial view of Maranhao.jpg
Fotografia aérea de São Luís, feita por Amelia Earhart em 1931.
Eleitorado
São Luís conta com o maior colégio eleitoral do estado do Maranhão, seguida por Imperatriz, Caxias, Timon e Codó. Seu eleitorado total é de 483.854 (48,02% homens e 52,08% mulheres). Pertence á Comarca de São Luís.
Ficheiro:PrefeituradeSaoLuis.jpg
Prefeitura de São Luís.
O poder político em São Luís é representado pelo prefeito, vice-prefeito e secretários municipais. Para o prefeito criar alguma lei, é preciso a aprovação do Poder Legislativo, sendo este composto pela Câmara dos Vereadores. A gestão do prefeito torna-se mais fácil quando recebe apoio dos vereadores. São símbolos oficiais da cidade o brasão, a bandeira e o hino.
Justiça
São Luís é sede do Poder Judiciário Estadual (Tribunal e Justiça do Estado). Também é sede do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, ou seja, o Estado do Maranhão. O Tribunal de Contas do Estado, embora sediado em Sâo Luís, não pertence ao Poder Judiciário nem é um órgão do Poder Legislativo, pois possui autonomia administrativa e financeira. Sua função é auxiliar o Legislativo e fiscalizar a aplicação do dinheiro público.
Ficheiro:Jansen lagoon.jpg
Lagoa da Jansen.
Geografia
O município de São Luís ocupa uma área de 828,01 km² e está localizado no Nordeste do Brasil a 2° ao Sul do Equador, nas coordenadas geográficas latitude S 2º31´ longitude W 44º16, estando à 24 metros acima do nível do mar. Segundo dados do Censo 2000 - IBGE, o município possui 870.028 habitantes, sendo 837.584 na área urbana e 32.444 na área rural. Segundo o Censo, a população é jovem sendo 63,87% (555.709 habitantes) com idade inferior a 29 anos, destacando-se que 375.624 (40,17%) são menores de 19 anos.
O município ocupa mais da metade da ilha (57%), e conforme registros da Fundação Nacional de Saúde (1996), a população está distribuída em centro urbano com 122 bairros (que constituem a região semiurbana) e 122 povoados (que formam a zona rural). A cidade está dividida em 15 setores fiscais e 233 bairros, loteamentos e conjuntos residenciais.
Limita-se com os municípios de Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Raposa e com o oceano Atlântico. É a maior cidade do estado.
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Pôr-do-sol em São Luís
Clima
O clima de São Luís é tropical, quente e úmido. A temperatura mínima na maior parte do ano fica entre 20 e 23 graus e a máxima geralmente fica entre 29 e 31 graus. Apresenta duas estações distintas: a estação seca, de agosto a dezembro, e a estação chuvosa, de janeiro a julho. A média pluviométrica é de 2325 mm (CPTEC). A menor temperatura já registrada na cidade foi de 16°C no mês de maio, e a temperatura máxima já registrada foi de 35°C no mês de novembro. Fonte: CPTEC.
Relevo
A capital maranhense encontra-se a altitude de quatro metros acima do nível do mar. Existem baixadas alagadas, praias extensas e dunas que formam a planície litorânea.
Hidrografia
Os principais rios que cortam São Luís são o Bacanga, que atravessa o Parque Estadual do Bacanga, e o Anil, que divide a cidade moderna e o centro histórico. O rio Itapecuru abastece a cidade(embora não passe pela ilha).
A laguna da Jansen (laguna, por existir saídas para o mar) é a principal e maior laguna da ilha, com seis mil metros quadrados de área.
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Vista de uma das praias da cidade.
Praias
As pincipais praias da capital maranhense são: Praia Ponta d’Areia: é a mais visitada pela população e pelos turistas, devido ao fácil acesso. Encontra-se a apenas três quilômetros do centro da cidade. Praia de São Marcos: destaca-se por suas fortes ondas, e é bastante procurada por surfistas.
 Praia do Calhau: é uma das praias mais conhecidas da capital maranhense. Apresenta ondas fracas e dunas cobertas por vegetação. 
Praia Olho d’Água: localiza-se a 13 quilômetros do centro da cidade. É cercada por dunas e vegetação rasteira. Praia do Meio: localizada entre as praias de Olho D´água e Araçagy, possui águas límpidas e próprias para prática de kitesurf.
Com exceção de alguns trechos da praia do Araçagi, nenhuma outra - Ponta d’Areia, Calhau, São Marcos e Olho d’Água - está em condições para banho. Principal causa: lançamento de esgotos não tratados.
Vegetação
A vegetação da cidade é diversificada e, em sua maior parte, litorânea. Com grande número de coqueiros, São Luís conta também com uma quantidade considerável de manguezais. Encontram-se parques ambientais por toda a capital maranhense, entre os quais, o Parque Estadual do Bacanga que guarda restícios de vegetação da Floresta Amazônica, totalmente preservado.
Economia

A economia maranhense foi uma das mais prósperas do país até a metade do século XIX. Todavia, após o fim da Guerra Civil dos Estados Unidos da América, quando perdeu espaço na exportação de algodão, o estado entrou em colapso; somente após o final da década de 1960 no século XX o estado passou a receber incentivos e saiu do isolamento, com ligações férreas e rodoviárias com outras regiões.
No fim do século XVIII, o aumento da demanda internacional por algodão para atender as industrial têxtil inglesa aliado à redução da produção norte americana por causa da Guerra de Independência nos Estados Unidos forneceram o cenário ideal para o estímulo da produção algodoeira no Maranhão. As companhias de navegação Southampton & Maranham Company e Maranham Shipping Company, de transporte marítimo a vapor, que realizavam o transporte do algodão dos estados da Geórgia e do Alabama, passaram a operar no eixo São Luís – Londres, levando a produção de Caxias e da Baixada Maranhense. Até o início do século XX, São Luís ainda exportava algodão para a Inglaterra por via marítima, através das linhas Red Cross Line e Booth Line (cuja rota se estendia até Iquitos) e da companhia Liverpool-Maranham Shipping Company.
Nesse período, a fase de ouro da economia maranhense, São Luís passou a viver uma efervescência cultural. A cidade, que se relacionava mais com as capitais europeias que as outras cidades brasileiras, foi a primeira a receber uma companhia italiana de ópera. Possuía calçamento e iluminação como poucas do país. Recebia semanalmente as últimas novidades da literatura francesa. As grandes fortunas algodoeiras e os comerciais locais enviavam seus filhos para estudar em Recife, Salvador, Rio de Janeiro e, principalmente, Europa.
A inauguração do Porto do Itaqui, em São Luís, atualmente o segundo em profundidade no mundo, ficando atrás apenas do de Roterdã, na Holanda, e um dos mais movimentados do país, serviu para escoar a produção industrial e de minério de ferro vinda de trem da Serra dos Carajás, atividade explorada pela Companhia Vale do Rio Doce. A estratégica proximidade com os mercados europeus e norte americanos fez do Porto uma atraente opção de exportação, mas padece de maior navegação de cabotagem.
A economia ludovicense baseia-se na indústria de transformação de alumínio, alimentícia, turismo e nos serviços. São Luís possui o maior PIB do estado, sediando duas universidades públicas(UFMA e UEMA) e vários centros de ensino e faculdades particulares. Segundo o último levantamento de dados do IBGE a cidade de São Luís possui o PIB de R$ 9.340.944.000,00 sendo assim a 29º economia nacional entre os mais de 5.560 municípios brasileiros, e ocupando a 14º posição entre as capitais.
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Aeroporto Internacional de São Luís.
Transporte
O município conta com cinco terminais de integração (Praia Grande, São Cristovão, Cohab/Cohatrac, Cohama e Distrito industrial) que permite que o passageiro percorra toda a região metropolitana de ônibus pagando apenas uma passagem. A rede de linhas do SIT São Luís - Sistema Integrado de Transporte de São Luís - é baseada em dois tipos de linhas: as que fazem a integração bairro-terminal e as que integram o terminal ao centro da cidade ou ainda a outro terminal. Existem 21 empresas de ônibus em atuação na cidade, que detêm, conjuntamente, uma frota de cerca de 1.084 veículos e utilizam sistema de bilhetagem eletrônica. Com a conclusão do projeto de terminais de integração na administração de Tadeu Palácio, iniciou-se a última fase da reformulação do transporte coletivo de São Luís, a ampliação das linhas e da frota de veículos.
O Aeroporto Internacional de São Luís possui terminal com capacidade para atender um milhão de passageiros por ano. Localizado a apenas 14 quilômetros do centro da cidade, oferece aos passageiros restaurantes, praça de alimentação e espaço cultural. É servido por quatro companhias aéreas brasileiras, Azul, TAM, TRIP e Gol, com voos diários, partindo das principais capitais brasileiras.
Frota de Veículos na capital maranhense: Automóveis - 117.573, Caminhões - 5.893, Caminhonetas - 16.999, Micro-ônibus - 972, Motocicletas - 36.479, Motonetas - 3.247 e Ônibus - 2.641. Dados do ano de 2008.
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Terminal de passageiros.
Turismo
Os principais pontos turísticos abertos a visitação da cidade de São Luís são:
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Teatro Arthur Azevedo.
Teatro Arthur Azevedo:
Segundo teatro mais antigo do Brasil, foi fundado com o nome de Teatro da União por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se estenderia até o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja. Baseado no chamado teatro de plateia italiano, em formato ferradura, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado, acabou em ruínas.
Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e reconstruído de acordo como o projeto original. Atualmente tem capacidade para 750 espectadores, distribuídos por 4 andares. Os espetáculos são gravados por um circuito profissional de vídeo instalado no teatro e retransmitidos pela TV Senado. Visitas guiadas: quarta a domingo, às 15h.
Palácio dos Leões:
Aqui foi erguida pelos franceses uma fortificação em homenagem ao rei Luis XIII em 1612. A estrutura do atual prédio foi construída no final do século XVIII e passou por inúmeras reformas, até assumir o estilo neoclássico. Hoje é a sede do Governo do Estado.
Museu de Artes Visuais:
Seu acervo é composto por azulejos coloniais, murais, fotografias e obras de artistas maranhenses. Um de seus destaques é a coleção de gravuras do escritor Arthur Azevedo. Visitação: Terça a sábado, das 9h às 19h.
Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho:
Sediado num sobrado colonial de 3 pavimentos, mantém um grande acervo com peças das diversas manifestações culturais (bumba-meu-boi, tambor de crioula, carnaval, dança do coco etc) e religiosas (tambor de mina, Festa do Divino etc) do estado. Além disto, possui objetos da cultura indígena e artesanatos. Visitção: Terça a sábado, de 9h às 19h.
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Entrada da Avenida Litorânea, norte de São Luís.
Museu Histórico e Artístico do Maranhão:
Funcionando no Solar Gomes de Souza, o museu foi inaugurado em 1973 e se destaca pela reconstituição da decoração típica dos sobrados do século XIX com móveis, objetos e obras de arte. Visitação: Terça a domingo, das 9h às 18h30.
greja da Sé Nossa Senhora da Vitória:
Erguida por ordem do terceiro capitão-mor Diogo Machado da Costa em 1629, quando a cidade passava por um surto de varíola. É uma homenagem à protetora dos portugueses na Batalha de Guaxenduba (vitória sobre os franceses). Foi reconstruída várias vezes até 1922, quando assumiu o aspecto neoclássico. No interior destaca-se o altar-mor talhado em ouro.
Convento das Mercês - Fundação da Memória Republicana:
Construído em 1654 e inaugurado pelo padre Antônio Vieira, aqui funcionava a sede do antigo Convento da Ordem dos Mercedários. Hoje é a Fundação da Memória Republicana (Fundação José Sarney), que reúne obras únicas da história do país, relíquias do tempo de presidência do maranhense José Sarney, presentes oferecidos por outros presidentes, além de um museu que conta sua trajetória de vida.. Visitação: Segunda, de 14h às 18h. Terça a sexta, de 12h às 18h. Sábado, das 9h às 13h.
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Avenida Colares Moreira.
Fonte das Pedras:
Serviu de base para a tropa de Jerônimo de Albuquerque durante a expulsão dos fundadores franceses em 1615. É cercada de árvores e bancos.
Solar São Luís:
Considerado o maior prédio em azulejos da país (tem três pavimentos), foi construído na segunda metade do século XIX. Teve seu interior destruído por um incêndio e ficou abandonado até ser adquirido e restaurado pela Caixa Econômica Federal, que nele instalou uma agência.
Museu de Arte Sacra:
Anexo ao Museu Histórico, funciona no Solar do Barão de Grajaú. Seu acervo, que pertence em parte à Arquidiocese de São Luís, é composto por peças dos século XVIII e século XIX nos estilos mareirista, rococó, barroco e neoclássico. Visitação: Terça a sexta, das 9h às 18h. Sábado e domingo, de 14 às 18h.
Cafua das Mercês (Museu do Negro):
Pequeno sobrado onde funcionava o mercado de escravos que chegavam a São Luís, hoje abriga um museu de referência da cultura negra, com peças de arte de origem africana e instrumentos musicais. Visitação: Terça a sexta, de 9h às 18h.
Centro de Atividades Odylo Costa:
Antigo armazém reformado, abriga um espaço cultural com cinema, teatro, galeria de arte, cursos e outras atividades.
Palácio la Ravardiére:
Construído em 1689, é a atual sede da prefeitura municipal. No largo do palácio está um busto de Daniel de La Touche, ou senhor de La Ravardière, o fundador da cidade.
Fonte do Riberão:
Construída em 1796 para abastecer a cidade, tem o pátio revestido com pedras de cantaria. Suas janelas gradeadas dão acesso às galerias subterrâneas (antigas redes de esgoto) que passam pelo centro histórico.
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Igreja da Sé.
Parque Estadual do Bacanga:
Formado por uma área de 3.075 hectares, um dos principais objetivos de sua construção foi preservar o pedaço da floresta Amazônica existente no local.
Laguna da Jansen:
Lago ou laguna mais famosa da cidade, destaca-se pela infra-estrutura adaptada à prática de esportes e pela noite agitada e animada, contendo uma grande quantidade de bares e restaurantes para todos os tipos e gostos.
Noite(Balada):
A cidade tem uma das noites mais variadas do Brasil, possuindo diversidade de gosto e estilos musicais, assim como toda uma infra estrutura de Bares, Boites, Restaurantes e Casa de Shows, que agradam as mais diversas classes; Outro ponto forte são as lanchonetes e Hamburguerias que rendeu a cidade o título de Capital das Hamburguerias de Luxo, são redes Americanas, Brasileiras e Europeias que a cada dia que passa vão se instalando na Ilha. Em São Luís é fácil avistar grupos de jovens na Beira das Praias escutando som alto, dançando e bebendo em volta de seus carros com aparelhagem de sons envenenados.
Saúde
O município possui uma grande quantidade de hospitais públicos e particulares, além de diversos Postos de Saúde, Centros de Saúde e Unidades Mistas. Os hospitais atendem a pacientes de todo o estado e frequentemente encontram-se lotados. Dentre os hospitais da cidade, merecem destaque:
Hospitais públicos: Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I); Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II); Hospital Universitário - Unidade Materno Infantil; Hospital Universitário - Unidade Presidente Dutra; Hospital da Criança; Hospital Presidente Vargas; Hospital Carlos Macieira (atende apenas funcionários públicos estaduais); Hospital Infantil Juvêncio Matos;
Santa Casa e Hospital do Coração; Hospital Sarah (antes chamado Hospital Sarah Kubitschek); Maternidade Marly Sarney; Maternidade Benedito Leite e Hospital da Mulher.
Hospitais particulares: Hospital São Domingos; Hospital UDI; Hospital Aliança; Centro Médico; Hospital São Marcos; Hospital Português; Hospital Aldenora Belo (possui convênio com o SUS).
Educação
A capital maranhense possui uma grande quantidade de escolas públicas e particulares, universidades e faculdades, além de institutos federais. As instituições de ensino da capital que merecem destaque são:
Instituições públicas de ensino superior: UFMA; UEMA; UNIVIMA e IFMA.
Instituições particulares de ensino superior: UNICEUMA; Faculdade Santa Fé (FSF); Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB); Faculdade Pitágoras do Maranhão (FACPITAGORAS); Faculdade do Estado do Maranhão (FACEM); FACSÃOLUIS; Faculdade Atenas Maranhense (FAMA); Faculdade Santa Terezinha (FEST); Faculdade do Maranhão (FACAM); Instituto de Estudos Superiores do Maranhão (IESEMA); Instituto de Ensino Superior do Maranhão (IESMA); Universidade Vale do Acaraú (UVA-IDEM); Faculdade Interativa C OC (UNICOC) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Ficheiro:Centro Histórico - São Luis - Maranhão - Brasil.JPG
Rua do Centro Histórico.
Cultura
São Luís tem manifestações muito fortes como o bumba-meu-boi, festa de tradição afro-indígena que aflora na cidade nas festas do mês de junho. Além disso, possui o Tambor de Crioula, o Cacuriá, o "Tambor de Mina" (religião afro-brasileira, que tem na Casa Grande das Minas Jeje - fundada em meados do século XIX - seu mais importante terreiro, ou Querebetan). Estas manifestações acontecem no período das festas juninas.
No carnaval, a tradição de São Luís é um forte carnaval de rua. Onde os blocos populares se misturam aos brincantes e às bandinhas tradicionais.
No fim do século XVIII, o aumento da demanda internacional por algodão para atender as industrial têxtil inglesa aliado à redução da produção norte americana por causa da Guerra de Independência nos Estados Unidos forneceram o cenário ideal para o estímulo da produção algodoeira no Maranhão. As companhias de navegação Southampton & Maranham Company e Maranham Shipping Company, de transporte marítimo a vapor, que realizavam o transporte do algodão dos estados da Geórgia e do Alabama, passaram a operar no eixo São Luís – Londres ou Havre, levando a produção de Caxias e da Baixada Maranhense.
Nesse período, a fase de ouro da economia maranhense, São Luís passou a viver uma efervescência cultural. A cidade, que se relacionava mais com as capitais europeias que as outras cidades brasileiras, foi a primeira a receber uma companhia italiana de ópera. Possuía calçamento e iluminação como poucas do país. Recebia semanalmente as últimas novidades da literatura francesa. As grandes fortunas algodoeiras e os comerciais locais enviavam seus filhos para estudar em Recife, Salvador, Rio de Janeiro e, principalmente, Europa.
É nessa fase que São Luís passa a ser conhecida por "Atenas Brasileira". A denominação decorre do número de escritores locais que exerceram papel importante nos movimentos literários brasileiros a partir do romantismo. Surgiu, assim, a imagem do Maranhão como o estado que fala o melhor português do país.
A primeira gramática do Brasil foi escrita e editada na cidade por Sotero dos Reis. Mesmo nos dias atuais a cidade ainda tem uma grande vocação natural para a literatura e poesia.
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Carnaval em São Luís.
Patrimônio
A cidade foi tombada pela UNESCO como Patrimônio cultural da Humanidade, em 1997. Possui um acervo arquitetônico colonial avaliado em cerca de 3500 prédios, distribuídos por mais de 220 hectares de centro histórico, sendo grande parte deles sobradões com mirantes, muitos revestidos com preciosos azulejos portugueses. Vários prédios foram restaurados; a Prefeitura, por exemplo, funciona no Palácio la Ravardière, construção de 1689.
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Fachada azulejada de um prédio.
Epítetos
"Atenas Brasileira": Devido aos filhos dos nobres que eram enviados a Coimbra, Londres e Paris para estudar e quando voltavam a maioria deles se concentravam em São Luís e no Rio de Janeiro. Devido à grande efervescência cultural que existia ali, a cidade ganhou esse epíteto.
São Luís também é a cidade onde a foi escrita e editada a primeira gramática do Brasil, pelo escritor Sotero dos Reis, e onde foi realizado o primeiro romance abolicionista por uma mulher no Brasil, a escritora Maria Firmina.
"Ilha do Amor": atribuído em função ao grande número de poetas que louvaram a cidade e pelo romantismo que a própria arte carrega.
"Jamaica Brasileira": o reggae chegou com força no Maranhão como um todo nos anos 1970, e até hoje continua forte.
"Cidade dos Azulejos": devido a arquitetura e decoração azulejada frontal dos antigos casarões, provenientes dos países europeus.
"Rainha do Maranhão": devido ser a cidade mais bonita e mais importante do Estado. Também por existirem as "princesas" que são Caxias e Pinheiro, consideradas bonitas nas suas regiões.
Cacuriá
O cacuriá é uma dança típica do estado do Maranhão, no Brasil, surgida como parte das festividades do Divino Espírito Santo, uma das tradições juninas. A dança é feita em pares com formação em círculo, o "cordão", acompanhada por instrumentos de percussão chamados caixas do Divino (pequenos tambores).
No final da Festa do Divino Espírito Santo, após a chamada derrubada do mastro, as caixeiras do carimbó podem descansar. É neste momento que elas passam à porção profana da festa, com o cacuriá. A parte vocal é feita por versos improvisados respondidos por um coro de brincantes. O ritmo é uma derivação do carimbó maranhense.
Inicialmente, o cacuriá era praticado unicamente com as caixas, mas aos poucos foi-se acrescentando outros instrumentos, como banjo, violão, clarinete e flauta.
A representante mais conhecida do cacuriá é Dona Teté do Cacuriá, uma percussionista maranhense muitas vezes creditada como uma das criadoras do ritmo e considerada responsável pela introdução dos novos instrumentos.
Tambor de crioula
Tambor de crioula ou punga é uma dança de origem africana praticada por descendentes de escravos africanos no estado brasileiro do Maranhão, em louvor a São Benedito, um dos santos mais populares entre os negros. É uma dança alegre, marcada por muito movimento dos brincantes e muita descontração.
Bumba meu boi do Maranhão.
A festa do Bumba-meu-boi, uma tradição que se mantém desde o século XVIII, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís, nos meses de junho e julho. O bumba-meu-boi é uma festa para crianças, adultos e idosos, onde os grupos se espalham desde as perifeiras até os arraiais do centro e dos shoppings da ilha. Na parte nova ou antiga da cidade grupos de todo o Estado se reúnem em diversos arraiais para brincar até a madrugada.
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