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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Ji-Paraná

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Créditos da Imagem: Elias Santos/ Wikimédia Commons
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Ji-Paraná é um município brasileiro do estado de Rondônia.
Com uma população de 111.010 habitantes, a cidade é a 2ª mais populosa do estado de Rondônia, 17ª mais populosa da Região Norte do Brasil e 241ª mais populosa do Brasil.
A cidade é movida principalmente pelas grandes indústrias do setor madeireiro, industrial e laticínios.
O município foi o primeiro do estado de Rondônia a investir em alta tecnologia de comunicação de dados, quando conectou através de uma rede sem fio o prédio principal a sub-prefeitura.
O nome do município é de origem indígena, significando rio-machado.
Onde Ji seria machado e Paraná, grande rio.
A cidade também é conhecida por Coração de Rondônia, devido a localização da cidade na região central do estado e a presença de uma ilha, com o formato que lembra um coração, localizada na confluência dos rios Machado e Urupá.
"Cidade coração de Rondônia"
"Jipa"
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Trânsito em Ji-Paraná: reflexo do crescimento populacional da cidade.
História
Seu início remonta a antes do marechal Cândido Rondon chegar onde hoje está a cidade, com a corrente migratória estimulada pela grande seca que assolou o Nordeste, entre 1877 e 1880, tendo os rios que serviam de estrada, como o principal deles, o Rio Machado. Os nordestinos enfrentaram várias dificuldades, como a densa floresta Amazônica e devido às cachoeiras que dificultavam sua marcha. Esses se estabeleceram formando a primeira povoação na confluência do Rio Urupá, tomando portanto o nome de Urupá, que serviu de base para o abastecimento aos que se estabeleceram, principalmente seringueiros e garimpeiros, atraídos pela extração de matéria prima da floresta nativa e pedras preciosas como o diamante, respectivamente.
Crescimento demográfico
Após a fase da borracha, com seus altos e baixo, em 1909 o desbravador Cândido Mariano da Silva Rondon desempenhou importante papel, construindo a primeira Estação Telegráfica, ligando Cuiabá e Porto Velho, a qual denominou de Presidente Pena, em homenagem ao então Presidente da República Afonso Augusto Moreira Pena. Nesta mesma época estava sendo construída a ferrovia Madeira-Mamoré, que com a integração telegráfica ajudou a ocupar e acabar com o isolamento na região.
Ao redor da casa do Marechal Rondon o povoado evoluiu, dando origem ao atual centro do município de Ji-Paraná. A partir de 1968, milhares de imigrantes oriundos principalmente da região Sul do país chegaram à região, atraídos pela crescente mecanização na lavoura. Atualmente a cidade conta com aproximadamente 130 mil habitantes vindos de todos os estados, descendentes de antigos seringueiros, garimpeiros e índios.
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Câmara Municipal de Ji-Paraná.
Emancipações
A atual cidade de Ji-Paraná, já foi denominada sucessivamente Vila Urupá, Presidente Penna e Vila de Rondônia.
Em 11 de outubro de 1977, o presidente Ernesto Geisel concedeu emancipação política à Vila de Rondônia, que através da lei nº 6.448 deu autonomia ao município, transformando-o na atual Ji-Paraná. A instalação aconteceu no mesmo ano, no dia 22 de novembro, pertencendo porém à Comarca de Porto Velho, até o dia 29 de fevereiro de 1980, quando através da lei nº 6.750 de 10 de dezembro de 1979, deu-se a instalação do Município de Ji-Paraná.
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Shopping Center, localizado no primeiro distrito.
Geografia
Ji-Paraná está localizado na porção centro-leste do estado, na microrregião de Ji-Paraná e na mesorregião do Leste Rondoniense.
Localiza-se a uma latitude 10º53'07" sul e a uma longitude 61º57'06" oeste, estando a uma altitude de 170 metros. Possui uma área de 6.897 km² representando 2,9% do estado, seu território tem como limite as cidades de: Vale do Anari ao norte, Theobroma ao noroeste, Ouro Preto do Oeste e Vale do Paraíso ao oeste, Teixeirópolis e Urupá ao sudoeste, Presidente Médici ao sul e Ministro Andreazza ao sudeste.
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Rio Machado: divide a cidade em dois distritos.
Distritos
A cidade é dividida em dois distritos, e estes são divididos pelo Rio Machado, no qual possui apenas uma ponte. A parte mais antiga da cidade é o centro do primeiro distrito, onde surgiu as primeiras casas, a primeira igreja católica e onde está o único Shopping Center. Após o centro, as pessoas foram para o segundo distrito, onde possui um centro comercial maior, mas enfrenta alguns problemas com enchentes e um índice mais alto de criminalidade. A parte mais recente da cidade são os lugares ao redor do centro, onde está o campus da Universidade Luterana do Brasil, e a maior parte das áreas de lazer.
Clima
O clima predominante é o clima equatorial, o mais chuvoso do Brasil, com a maior parte do ano quente e úmido, e aproximadamente 3 meses de seca. As estações de outono e inverno não são presentes.
As temperaturas médias anuais variam entre 24º e 26°C, podendo as máximas chegar a 33°C e as mínimas chegar a 16°C.
A precipitação anual varia de 1800 a 2400 mm.
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Trecho onde o Rio Urupá corta a cidade.
Hidrografia
Os dois principais e maiores rios que compõem sua hidrografia são o Urupá e o Machado, este possui um complexo hidrográfico que abrange uma superfície de aproximadamente 92 500km², atravessando o estado no sentido sudeste-norte, sendo o mais extenso do estado. Embora tenha 50 cachoeiras ao longo de seu percurso, em alguns trechos o rio apresenta-se navegável, atendendo ao escoamento dos produtos oriundos do extrativismo vegetal na região. Também existem diversos córregos e riachos ao longo da cidade. O Rio Urupá desagua no Rio Machado e este desagua no Rio Madeira, importante afluente da margem direita do Rio Amazonas.
A bacia do Rio Machado possui um regime hidrográfico assim como muitos outros rios de regiões de clima tropical. No período da cheia, de dezembro a maio, áreas situadas próximas à margem costumam ser alagadas; no período de seca, trimestre de junho a agosto, o volume do rio diminui, onde é possível andar em algumas partes por cima de pedras que chegam até a superfície.
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Foliões no Carnaval fora de época de Ji-Paraná.
Cultura
Por ser uma cidade mista, ou seja, que foi colonizada por inúmeras pessoas de várias regiões do país (consequentemente com culturas distintas), Ji-Paraná é uma cidade com bons índices culturais.
A cultura no município é bem diversificada. A prefeitura oferece gratuitamente aulas de teatro, dança e música, o que torna o município uma potência cultural para a região.
Há apenas um teatro na cidade, com capacidade para 200 pessoas, onde ocorrem vários eventos no decorrer do ano.
Em fevereiro ocorre o carnaval, onde diversas pessoas participam de um bloco que vai se tornando tradição na cidade.
Em julho há a Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de Ji-Paraná (EXPOJIPA), com 9 noites de duração. Na EXPOJIPA ocorrem vários shows e sorteios de veículos, bem como a venda de produtos agropecuários e industriais, palestras para melhoramento agroindustrial, rodeio e diversas outras atrações.
Em outubro ocorre o Deco Folia, carnaval fora de época do município, onde diversos foliões pulam atrás do trio ao som de bandas de axé.
Economia
As principais atividades econômicas são as indústrias de pequeno e médio porte, laticínios e a pecuária bovina.
Indústria
A cidade possui um Distrito Industrial em franca expansão com várias empresas já instaladas. Entre essas empresas destacam-se a Gramazon, empresa do grupo EUCATUR, que é uma das maiores empresas de granitos do Brasil, sendo seus produtos de alta qualidade, exportados para os Estados Unidos e Europa.
E também possui a empresa SI s/a do grupo BIPO, a segunda maior empresa do setor laticinista. Que vende soro de leite ideal fluido para outras empresas desse setor.
O Distrito Industrial conta com uma infra-estrutura, que oferece via de acesso asfaltada, ótimo suprimento de energia elétrica e áreas prontas para receber novas indústrias de médio e grande porte. Além do Distrito Industrial, também há várias industrias de pequeno e grande porte em Ji-Paraná, tais como: laticínios, serrarias, beneficiamento e torrefação de café, beneficiamento de arroz, etc.
Agricultura
A agricultura no município vem perdendo importância devido ao êxodo rural, que veio ocorrendo aos poucos, pois muitas famílias, principalmente pequenos proprietários, largam suas plantações vendendo-as para proprietários maiores (que na maioria das vezes transformam-as em pastos) e vão para a cidade, procurando melhores condições de vida.
Os principais produtos da agricultura temporária em ordem decrescente de quantidade produzida são: a mandioca, o milho, o arroz e a cana-de-açúcar. A agricultura permanente tem como principais produtos cultivados: o café em primeiro lugar, com uma quantidade produzida em 2005 de 1733 toneladas (no entanto essa produção já chegou a ser de aproximadamente 10 000 toneladas), o coco-da-baía, a banana e em quarto lugar, o cacau com uma produção não muito expressiva para o estado, de 420 toneladas.
Para a compra e beneficiamento dessa produção, existe no município, uma série de cerealistas, sendo as principais, a Cerealista Vencedora na compra de café e cacau, e a Bernardo Alimentos na compra de milho, arroz e feijão. Existem também em torno de quinze lojas de revenda de produtos agropecuários sendo a principal delas a Casa do Lavrador e três revendas de maquinas agrícolas, dentre elas: Implemaq e Motonáutica Pica Pau.
Ji-Paraná possui o Feirão do Produtor que é uma feira realizada em um edifício da prefeitura, onde vários produtores de diversos alimentos vão para vende-los. Com uma grande diversidade de produtos e preços competitivos, o local reúne muitas pessoas da cidade.
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Pastagens nos arredores da cidade.
Pecuária
Nos últimos anos o município vem se destacando como um dos maiores centros de criação pecuária do estado. Com mais de 495 mil cabeças de gado bovino, o município possui a terceira maior criação de gado do estado.A maior quantidade do rebanho é formado por bovinos de corte, que são abatidos por frigoríficos localizados no município. Além da criação de bovinos, Ji-Paraná é um dos maiores produtores de leite do estado, assim como algumas cidades vizinhas, com uma produção de 41 mil litros de leite em 2005, que são distribuídos por laticínios localizados na região.
No entanto, ao contrário do rebanho de bovinos que está aumentando a cada ano que passa, a criação de suínos vem diminuindo. Entre os anos de 1995 e 1996, a criação teve uma queda brusca, a quantidade de suínos passou de 81 mil para 11 mil, e em 2005 o número de cabeças estava em torno de 8,6 mil. Como muitos outros municípios do estado, a suinicultura deixou de ter uma grande importância no setor agropecuária|agropecuário.
Populações Tradicionais
No município de Ji-Paraná está localizada a Terra Indígena Igarapé Lourdes território das etnias Arara-Karo e Gavião-Ikolen. A Terra Indígena Igarapé Lourdes possui uma extensão territorial de 185.534 ha, a data de sua demarcação corresponde ao ano de 1976 conforme Decreto de homologação de número 88.609 de 1983. O Povo Indígena Arara com uma população aproximada de 200 pessoas, está disribuido em duas aldeias: a Pajgap e a Iterap. Falam a língua Tupi, família Ramarama, este local sempre foi seu ambiente de perambulação. O Povo Indígena Gavião-Ikolen, fala a língua Tupi, família Mondé, são cerca de 500 pessoas organizadas em seis aldeias: Ikolen, Igarapé Lourdes, Cacoal, Castanheira, Tucumã e Nova Esperança. Antes do contato com o~s não-indígenas moravam em outros lugares mais para o Mato Grosso. Na maioria das aldeias de ambos os povos há escolas, cujo ensino é bilingue em uma perspectiva intercultural, os docentes são indígenas habilitados pelo Projeto Açaí ministrado pela Secretaria de Estado da Educação - SEDUC, coordenado pela Representação de Ensino de Ji-Paraná.
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Saúde
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O município possui uma boa rede de saúde pública e privada, contando com um Hospital Municipal que atende além da população desse município, mais de quinze municípios do estado mandam seus doentes para a cidade. Além do Hospital Municipal, Ji-Paraná em 2005 tinha 21 estabelecimentos de saúde municipais, um estadual, 36 privados e várias clínicas particulares.
A cidade conta com um centro odontológico público municipal que atende toda população carente do município, com extrações e obturações, fora os mais de 30 consultórios odontológicos particulares.
No entanto o Hospital Municipal sofre alguns problemas como excesso de pacientes e falta de profissionais qualificados na área de saúde, fazendo com que muitas pessoas tenham que esperar longas horas na fila para serem atendidas, ou então acabam sendo transferidas para outros centros médicos.
A cidade conta ainda com a 1ª Santa Casa de Misericórdia do estado de Rondônia, tendo atualmente um atendimento clínico com diversas especialidades, contando ainda com um Laboratório de Análises Clínicas, Centro de Reabilitação Fisioterário, aparelhos de Ultra-som e Raio-X, a instituição foi fundada com objetivo de proporcionar um tratamento de saúde igualitário a todos.
Educação
A cidade possui nove escolas particulares e 36 escolas públicas de ensino fundamental e médio e 6 faculdades de ensino superior.
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Aeronave desembarcando passageiros em Ji-Paraná.
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Transporte
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Ji-Paraná possui um transporte público, realizado por ônibus antigos da empresa de transportes COOPENTAX. Em 2001 a prefeitura colocou em circulação vários microônibus, que possuíam ar-condicionado, entretanto, no final do mesmo ano, esses microônibus foram apreendidos devido ao atraso do pagamento.
No município também circulam vários táxis, táxis-lotação e moto-táxis, que por serem mais rápidos do que o transporte público, acabaram se tornando o meio de transporte mais utilizado.
Aeroporto
O Aeroporto de Ji-Paraná (JPR/SWJI), localizado a sudoeste da cidade, tem toda infra-estrutura para bem atender os usuários do transporte aéreo, com capacidade para aviões de pequeno e médio porte e com quatro vôos diários com destino às principais regiões do país, através das empresas Passaredo e TRIP Linhas Aéreas, essa última em parceria com a TAM.
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A velha ponte sobre o Rio Machado, construída há mais de 25 anos, em processo de duplicação.
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Rodovias
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Ji-Paraná é cortada pela BR-364, única rodovia federal em Rondônia, que corta o estado sentido sul-norte, ligando Mato Grosso à capital Porto Velho, distante 1100 km de Cuiabá e 384 km da capital rondoniense, que deu passagem ao desenvolvimento. Por ela chegam os bens de consumo industrializados do sul do país e vão produtos da terra, através de caminhões de carga.
Existem várias empresas de transporte de passageiros que liga Ji-Paraná a todas as regiões do país, destacando-se entre elas as empresas EUCATUR e Andorinha.
No entanto, Rondônia sofre sérios problemas com as rodovias federais, devido ao intenso movimento de veículos de pequeno e grande porte e as precárias condições das estradas, aumentando muito o número de acidentes rodoviários, principalmente nos locais em que a rodovia corta a cidade, devido a pequena largura das pistas, como na ponte sobre o Rio Machado. Atualmente, a ponte está sendo duplicada, e a previsão é que até março de 2010 a obra esteja concluída.
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Ji-Paraná nos últimos anos vem modernizando sua estrutura na área de comunicação.
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Infra-estrutura
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Comunicação
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Sede do Jornal Folha de Rondônia, e ao fundo o Hotel Transcontinental.
Televisão: as emissoras locais existentes em Ji-Paraná são: Rede Vida canal 17, TV Ji-Paraná (Rede Globo) canal 5, TV Norte (Rede Diário) canal 9, RedeTV Rondônia canal 7, TV Allamanda (SBT) canal 13, TV Candelária (Rede Record) canal 4 e TV Meridional (Rede Bandeirantes) canal 11. Também há como retransmissora a TV Amazonsat canal 14 e a SKY, que é a TV por assinatura via satélite.
Jornal: o município possui dois jornais impressos regularmente:[http://www.folhaderondonia.com.br/ Folha de Rondônia e Correio Popular, e outros diários de circulação estadual, dentre eles: O Estado do Norte e Diário da Amazônia.
Telefonia fixa: existem apenas duas telefonias fixas, são elas: Brasil Telecom e Embratel.
Telefonia móvel: a cidade conta com quatro operadoras para telefone celular, que são: Brasil Telecom, Vivo, Claro e TIM.
Internet: há serviços de internet discada (56kbps) e banda larga em Ji-Paraná. A internet banda larga vem ganhando força e conquistando cada vez mais consumidores devido à sua velocidade. Os serviços de banda larga tem como principal fornecedor a Brasil Telecom através de linhas ADSL e os serviços discados gratuitos oferecidos pelo iBest, iG, dentre outros e serviços pagos prestados pelos provedores Terra e UOL.
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Prédios residenciais em um dos bairros mais valorizados de Ji-Paraná.
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Turismo
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Em Ji-Paraná, a natureza serve como opção de lazer. Nas água dos rios Machado e Urupá é possível pescar, nadar, praticar esqui aquático ou remar. Também é possível passar algumas horas andando pela mata fechada, onde a fauna e flora oferecem um espetáculo de rara beleza, e para aqueles que não gostam de correr riscos, podem se divertir nas quadras e piscinas dos clubes ou então fazer algumas visitas nos pontos turísticos da cidade:
Tracoá Water Park: O Tracoá Water Park será o maior centro de lazer do estado de RO, além de ser o único parque aquático do estado. Localizado em uma área de 260.000 m², o Tracoá Water Park proporcionará um ambiente divertido e familiar, onde os clientes poderão desfrutar com segurança de cerca de 15 piscinas (com inúmeros tipos de tobogãs, formatos e padrões, além de uma delas possuir ondas artificais), restaurantes, banana boat, berçário, quiosques, quadras poliesportivas, passeio a cavalo, salão de jogos, playground, túnel aquático, academia de ginástica, lan house, entre muitas outras opções de entretenimento.
As obras iniciam no segundo semestre de 2008 e têm um prazo de 4 anos para conclusão total da obra.
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Teatro Dominguinhos, centro cultural da cidade.
Créditos da Imagem : Rafael Irie /Wikimédia Commons
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Teatro Dominguinhos: o único teatro da cidade de Ji-Paraná. Com uma construção moderna, o Teatro Marco Zero, renomeado para Teatro Dominguinhos pelo vice-prefeito Nico em sua gestão, foi concluído na administração do prefeito Ildemar Kussler. Neste local são sediados grandes eventos que ajudam a promover a cultura no município. Reformado em 2003 recebeu ampliação, e tem capacidade para 200 pessoas.
Museu das Comunicações: em Ji-Paraná o visitante poderá observar o prédio construído pôr Marechal Rondon, em 1912, que serviu de base para primeira estação de telégrafo. Posteriormente este prédio foi destinado às agências de Correios e Telégrafos e em maio de 1985 foi restaurado, onde, atualmente esta instalado o Museu das Comunicações. No seu interior encontra-se expostos vários instrumentos telegráficos utilizados pôr Rondon no início do século XX, assim como várias correspondências expedidas e recebidas na ocasião de sua passagem pela região.
Exposição: o município tem hoje o maior parque de exposição do norte e o segundo maior do Brasil. Uma estrutura totalmente nova, oferecendo conforto aos expositores, e uma arena muito bem montada, além de um grande estacionamento dentro do parque. Prova da grandiosidade, anualmente é realizado a EXPOJIPA (Exposição Agropecuária e Industrial de Ji-Paraná), com um público estimado em 300 mil pessoas.
Fuscacross: Ji-Paraná todos os anos sedia vários campeonatos de fuscacross, tanto municipais como estaduais, no Automóvel Clube de Ji-Paraná, que tem sido uma das principais atrações da cidade, trazendo visitantes de diversos municípios do estado que vão prestigiar o evento.
Kart: Em dias de corrida o kartódromo de Ji-Paraná chega a receber 1200 pessoas para assititem os 'pegas'. O esporte tem se desenvolvido bastante,com formação de grid de largada com até 30 karts em provas do campeonato.
Motocross: a cidade sedia uma das etapas da mais importante competição de motociclismo do país, que é o Campeonato Brasileiro de Motocros. No perido de 05 a 7 de setembro de 2009 Ji-Paraná estará sediando uma etapa do campeonato sulamericano de Motocross.
Ji-Paraná também teve em 2006, o VIII Adrenatrilha, que é uma competição estadual. Onde, no trecho da manhã, os pilotos percorreram 78 km por trilhas localizadas no primeiro distrito do município, atravessando matas, morros, trieiros de gado, estradinhas velhas e atravessaram o Rio Urupá. Na parte da tarde os competidores percorreram mais 75 km no segundo distrito por trilhas que margeiam o Rio Machado, estradinhas velhas, carreadores de cafés e seringais no km 14.
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Ji-Paraná Futebol Clube no Estádio Biancão em 2007, ano em que foi rebaixado.
É o time mais tradicional de rondônia na atualidade.
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Esportes
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Principais clubes de futebol de Ji-Paraná
Ji-Paraná Futebol Clube: fundado em 22 de abril de 1991. Maior campeão de todos os tempos em Rondônia, oito vezes campeão estadual. Com menos de um ano de fundação, já havia conquistado dois títulos do Campeonato Rondoniense de Futebol. Porém, por trás das glórias e títulos alcançados pelo Ji-Paraná Futebol Clube, existe uma história terrível quanto à saúde financeira do clube, tendo problemas no pagamento dos jogadores. Em 2007 foi rebaixado para o Campeonato Rondoniense de Futebol da Segunda Divisãoe em 2009, por não ter comparecido a campo em uma das partidas do campeonato, foi punido pela Federação Rondoniense de Futebol com uma suspensão de dois anos.
Sport Club ULBRA Ji-Paraná: fundado em 1 de abril de 2005. Conseguiu, em três anos de existência, vencer a segunda (2005) e a primeira divisão do Campeonato Rondoniense de Futebol em 2006, 2007 e 2008, e em 2007 conseguiu a proeza de eliminar o tradicional Santa Cruz (PE) da Copa do Brasil. Porém, tão lorgo surgiu, foi extinto. Em 2008 o clube encerrou suas atividades.
O Estádio Municipal José de Abreu Bianco (também conhecido como "Biancão"), considerado o maior estádio de Rondônia foi oficialmente inaugurado em 22 de junho de 2002, com capacidade para oito mil pessoas.
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Clube Vera Cruz, uma alternativa para o lazer.
Créditos da Imagem : Rafael Irie /Wikimédia Commons
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Lazer
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Aos domingos, a prefeitura promove atividades esportivas e culturais, como o "Projeto Beira Rio". Atletas improvisados disputam partidas de vôlei e futebol nas areias do Rio Machado. Enquanto outros exibem sua aptidões artística em movimentados encontros de música, improviso, declamação. E no Centro Cultural e Esportivo Gerivaldo José de Souza ("Gerivaldão") escolas locais disputam animadas gincanas.
A cidade possui alguns pontos de lazer, os principais são:
Esporte Clube Vera Cruz: o mais antigos clube do interior do estado, é também o que possui as melhores instalações, com um amplo salão social que comporta 250 mesas e realiza os mais sofisticados bailes e festas momescas do interior de Rondônia. Possui um estádio de futebol, que serviu para que o Ji-Paraná Futebol Clube realizasse suas partidas pelo futebol profissional, campo de futebol society, quadras de voleibol e basquetebol, piscina e ampla área para recreação do imenso quadro associado.
Maré Mansa Clube de Campo: localizado aproximadamente cinco quilômetros do centro da cidade antiga, possui modernas instalações para a prática de esportes, área coberta para eventos sociais, piscina e uma ampla churrascaria à disposição dos associados.
Clube AABB (Associação Atlética do Banco do Brasil): no segundo distrito, possui amplo salão social, área para a pratica de esportes, piscinas e demais equipamentos de recreação. Vários eventos ocorrem no clube AABB, dentre eles, são realizados diversos campeonatos municipais e intermunicipais de natação, este reúne pessoas das diversas cidades próximas à Ji-Paraná.
A AABB também tem um projeto chamado AABB Comunidade, com aproximadamento 120 crianças carentes que participam de diversas atividades tais como: aulas de natação, música (teclado e violão)Educação física com aulas de Voleibol, Basquetebol e escolinha de futebol. Todas as crianças recebem reforço na alimentação e passam a maior parte do dia na AABB.
Balneario Bernardi: com uma distância aproximada de cinco quilômetros do centro do primeiro distrito, está, cada vez mais se tornando um local frequentado pelos jovens da cidade. No local, além do Rio Urupá que já é uma atração a parte, tem ainda uma boa pista para a prática de motocross.
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Fonte de pesquisa:

domingo, 14 de novembro de 2010

Porto Velho

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Porto Velho é a capital e o maior município, tanto em extensão territorial quanto em população, do Estado de Rondônia. O município possui uma área territorial de 34.068,50 km², sendo o maior dentre todas as capitais brasileiras, superando inclusive os estados de Sergipe e de Alagoas, além do Distrito Federal. Contudo, sua população é de 410.520 habitantes, sendo a 3ª maior capital da região Norte (superada apenas pelas cidades de Manaus e Belém), 4ª maior cidade nortista (atrás de Manaus, Belém e Ananindeua), a 21ª capital do Brasil e uma das 50 cidades mais populosas do Brasil, de acordo com o Censo 2010. Localiza-se à margem direita do rio Madeira, o maior afluente da margem direita do Rio Amazonas.
Ficheiro:Palácio do Governo de Rondônia.jpg
Palácio Getúlio Vargas, sede do Governo de Rondônia.
Tornado município do Amazonas em 2 de outubro de 1914, Porto Velho foi criada por desbravadores por volta de 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Desde meados do século XIX, nos primeiros movimentos para construir uma ferrovia que possibilitasse superar o trecho encachoeirado do rio Madeira (cerca de 380 km) e dar vazão à borracha produzida na Bolívia e na região de Guajará-Mirim, Santo Antônio do Madeira, província de Mato Grosso, foi a localidade escolhida para construção do porto onde o caucho seria transbordado para os navios, seguindo então para a Europa e os Estados Unidos da América.
As dificuldades de construção e operação de um porto fluvial, em frente aos rochedos da cachoeira de Santo Antônio, fizeram com que construtores e armadores utilizassem o pequeno porto amazônico localizado 7 km abaixo, em local muito mais favorável.
Emancipações
Tornou-se município em 1914, quando ainda pertencia ao Estado do Amazonas. Em 1943, passou à condição de capital e, juntamente com o município de Guajará-Mirim, passou a constituir o Território Federal do Guaporé, que em 1956 passou a ser denominado Rondônia, vindo a ser elevado à categoria de estado (subdivisão) em 4 de janeiro de 1982.
Ficheiro:Portovelho11062007.JPG
Rio Madeira e parte da cidade.
Geografia
A capital rondoniense se localiza na parte oeste da Região Norte do Brasil, na área abrangida pela Amazônia Ocidental no Planalto Sul-Amazônico, uma das parcelas do Planalto Central Brasileiro
Relevo
O relevo do município é pouco acidentado, não apresentando grandes elevações ou depressões, com variações de altitudes que vão de 70 metros a pouco mais de 500 metros. A região situa-se no vale do rio Madeira, entre a planície amazônica e o planalto central brasileiro.
Ficheiro:Rio Madeira- Cachoeira do Teotônio.jpg
O rio Madeira banha Porto Velho.
Clima
O clima predominante é o tropical superúmido, caracterizado por ser quente e provido de muita umidade. Situa-se em transição com o clima semi-úmido da região centro-oeste e o clima equatorial predominante na região norte do Brasil.
Temperaturas:
Temperatura média anual: 24,9 °C;
Máxima absoluta: 39 °C;
Mínima absoluta: 10 °C;
Média das máximas: 30 °C;
Média das mínimas: 21 °C.
Ficheiro:Por do sol no rio Madeira.jpg
Pôr-do-sol no rio Madeira.
Hidrografia
Porto Velho está localizada na Bacia do rio Amazonas, e o rio Madeira é o principal rio que banha o município, vindo do sul da Bolívia,
Os principais rios são
Rio Madeira (principal braço direito do rio Amazonas): banha Porto Velho, possui grande quantidade de ouro em seu leito e até pouco tempo, na época da vazante, abrigava 30 mil garimpeiros. Seu curso é dividido em dois níveis: Alto Madeira, trecho das cachoeiras e corredeiras, e o Baixo Madeira. Dois lagos se destacam pela sua importância biológica: Lago do Cuniã, com 104 mil hectares, na reserva biológica de Cuniã, e Lago Belmont, no rio Madeira. O rio tem pesca abundante, destacando-se os seguintes peixes: piraíba, jaú, dourado, caparari, surubim, pirara, piramutaba, tambaqui, tucunaré, jatuarana, pacu, pirapitinga, curimatá, a piranha preta e o terrível candiru.
Rio Abunã (afluente da margem direita do rio Madeira): faz a delimitação da fronteira entre Brasil e Bolívia, banha o distrito de Fortaleza do Abunã e nasce no Acre.
Rio Mutum-Paraná.
Rio Jacy-Paraná.
Rio Candeias do Jamari.
Rio Ji-Paraná (rio Machado).
Vista Panorâmica de Porto Velho a partir do bairro Pedrinhas, em maio de 2010.
Vista Panorâmica de Porto Velho a partir do bairro Pedrinhas, em maio de 2010.
Crescimento demográfico
Em 15 de janeiro de 1873, o Imperador Dom Pedro II assinou o Decreto-Lei nº 5.024, autorizando navios mercantes de todas as nações a subirem o rio Madeira. Em decorrência, foram construídas modernas instalações de atracação em Santo Antônio, que passou a ser denominado Porto Novo.
O porto velho dos militares continuou a ser usado por sua maior segurança, apesar das dificuldades operacionais e da distância até Santo Antônio, ponto inicial da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Percival Farquhar, proprietário da empresa que afinal conseguiu concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava o velho porto para descarregar materiais para a obra e, quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria aquele (já na província do Amazonas), tornou-se o verdadeiro fundador da cidade que receberia o nome Porto Velho.
A cidade nasceu e cresceu a partir das instalações ferroviárias da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Graças aos tantos ciclos econômicos que se seguiram (exploração de borracha e posteriormente de cassiterita e de ouro), o município foi se consolidando e acolhendo os migrantes que hoje formam a sua população.
Moravam cerca de mil pessoas quando a obra da construção da Estrada de Ferro foi concluída, grande parte funcionários da empresa construtora.
Ficheiro:Casa da Cultura de Porto Velho.jpg
Casa da Cultura Ivan Marrocos em Porto Velho.
Cultura e sociedade
Centros culturais: Casa de Cultura Ivan Marrocos, para exposições diversas.
Teatro: Teatro Municipal Banzeiros, Teatro do SESC e Teatro do SEST-SENAT.
Salas de Cinema: oito salas de cinema, sendo o Cine Rio, Cine Veneza e Cine Araújo (5 salas Multiplex no Porto Velho Shopping).
Museus: Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Shoppings: Porto Velho Shopping, com 150 lojas, 3 andares e cinco salas de cinema.
Leitura: Biblioteca municipal, bibliotecas em várias instituções de ensino, tanto superior quanto médio, livrarias como Exclusiva, Nobel e Dimensão e sebos como Carlos Gomes e Revistaria Central.
Calendário de eventos anuais: Expovel é a festa agropecuária de Porto Velho, que se inicia com uma grande cavalgada; a peça "O homem de Nazaré", encenada na cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia; o festival de música independente chamado Festival Casarão; Micaretas (carnavais fora de época), sendo a principal o Bloco Maria Fumaça; o Arraial Flor do Maracujá, o maior da cidade.
Culturas populares e folclóricas são oriundas de todas as partes do Brasil e de outros países, trazidas com os imigrantes.
Nas manifestações musicais existem os blocos de carnaval, grupos de rock, MPB, forró, pagode, sertanejo e bailões, axé, músicas gaúchas (CTG), quadrilhas, reggae, Bumba-meu-boi/Boi Bumbá, dentre vários outros grupos diversos.
Diversos bares e casas de shows complementam as opções culturais dos porto-velhenses e seus visitantes.
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Terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira.
Transporte
O principal meio de transporte para se chegar a Porto Velho é o rodoviário. Para o estado do Amazonas, devido ao estado precário da BR-319, o melhor meio de transporte é o aéreo. A cidade conta com um aeroporto internacional.
Aeroporto
O Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira é o mais importante do estado e recebe voos diários de Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Manaus e Rio Branco, dos municípios do interior do estado de Rondônia como Ji-Paraná e Vilhena e do interior do Amazonas como Humaitá, Lábrea e Manicoré. Também conta com voos para Porto Alegre, com escalas em Curitiba, Campo Grande e Cuiabá, voos para São Paulo e Rio de Janeiro com escalas em Brasília e Fortaleza, com escala em Manaus e Belém, dentre outros destinos com menor fluxo de passageiros.
O aeroporto tem capacidade de receber 920 mil passageiros por ano e opera com as principais companhias aéreas nacionais e regionais, tais como: Tam, Gol, Trip e Avianca.
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Trecho duplicado da BR-364, próximo a Porto Velho.
Rodovias
A Rodoviária fica na Avenida Governador Jorge Teixeira (hoje considerada uma rodovia, a BR-319, sob administração dos órgãos públicos federais).
Porto Velho é cortada por duas rodovias federais, a citada BR-319 e a principal delas, a BR-364, única rodovia federal a cortar o Estado no sentido norte-sul, passando pelas principais cidades rondonienses.
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Porto do Cai n'Água.
Porto
O Porto Graneleiro - Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (SOPH) - faz parte do corredor de exportação de grãos, principalmente a soja, que vem do sul do Estado e do Mato Grosso (Sapezal e cidades vizinhas). A soja in natura embarcada em Porto Velho segue a Itacoatiara, de balsa, e de lá em navios para a América do Norte, Europa e Ásia. Além de grãos e outras mercadorias, como a madeira, o porto também escoa os produtos da cadeia de carne e laticínios.
No Porto do Cai n'Água, há embarcações que fazem o trajeto até Humaitá, Manicoré e Manaus, municípios do Amazonas, como também das localidades do Baixo Madeira, como São Carlos, Calama e outras pequenas localidades.
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Taxis enfileirados em uma tarde movimentada na Rodoviária de Porto Velho.
Ferrovia
Nos finais de semana eram realizadas viagens de trem à antiga Primeira Estação, na Cachoeira de Santo Antônio. Atualmente, a linha está desativada.
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Espaço Alternativo, pista para caminhada.
Lazer
Além de se refugiarem nas várias chácaras, sítios e fazendas próximas à cidade, é comum os moradores da cidade buscarem os balneários nos finais de semana, o que inclui os balneários locais (o do Rio Bonito, do Souza, do 21 e outros) e alguns localizados nos municípios vizinhos, como o do Rio Preto, em Candeias do Jamari. Os igarapés mais conhecidos são Periquitos e Areia Branca. Estas verdadeiras praias de água doce são uma das principais fontes de lazer da família porto-velhense. Alguns desses "banhos" possuem uma grande infraestrutura para receber centenas de banhistas nos finais de semana, como restaurantes, pousadas, quadras e campos de futebol.
Esportes
A Capital tem quatro representantes na primeira divisão do Campeonato Rondoniense de Futebol: Sport Club Genus de Porto Velho, Moto Esporte Clube, Sport Clube Shallon e Cruzeiro Esporte Clube. O clube de maior torcida é o Genus.
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As Três Caixas D'Água, um dos pontos turísticos de Porto Velho
Economia
Porto Velho recebeu 5 mil novas empresas em apenas um ano, além de 30 mil novos empregos. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), o Estado possui hoje a maior taxa de ocupação da população economicamente ativa da região Norte (94,6%) e a segunda menor taxa de desemprego do Brasil. A renda média do trabalhador porto-velhense é também a mais alta da região: R$ 880,00, acima da média nacional.
Turismo
Porto Velho tem um imenso potencial turístico, devido ao seu patrimônio histórico, natural e humano.
As atrações históricas são a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a Catedral do Sagrado Coração de Jesus, o Cemitério da Candelária, a sede da Arquidiocese, o terminal ferroviário, a locomotiva Coronel Church (a primeira máquina vinda para a Amazônia, em 1872), as Caixas D'Água (símbolos da cidade, edificadas pelos ingleses), a igreja de Santo Antônio do rio Madeira e sua belíssima cachoeira, marco inicial de Porto Velho.
As Três Caixas D'Água: vindas em módulos metálicos dos Estados Unidos. A primeira foi erguida em 1910 e as outras duas em 1912.
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Locomotiva da lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: apesar de ter sido um centro ferroviário, a cidade não conta mais com o passeio de trem, que foi desativado por falta de conservação da linha, que acabou ruindo por conta de um temporal.
Reservas indígenas
Reserva Karitiana
Reserva Kaxaraxi
Reserva Karipuna
O município de Porto Velho conta com três reservas indígenas.
A Reserva Karitiana, com 89.098 hectares, fica a 95 quilômetros da capital. É habitada por cerca de 100 índios, que se dedicam à agricultura de subsistência (arroz, milho, farinha, etc.). Lá já foram construídas casas em alvenaria, depósitos, uma enfermaria e uma pista de pouso.
A Reserva Kaxaraxi, com mais de 85 mil hectares, fica na divisa com o estado do Amazonas. Seus mais de 100 índios vivem do extrativismo da castanha e da banana.
A terceira reserva indígena é a dos Karipunas, com 2.200 hectares, situada no Distrito de Jaci-Paraná.
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O Palácio Tancredo Neves, sede da Prefeitura Municipal, e a Biblioteca Municipal Francisco Meirelles no Centro da capital rondoniense.
Fonte de pesquisa:
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